As vezes desejamos fazer uma coisa muito legal, que ajudaria a um monte de gente e que nos traria uma série de benefícios e ainda satisfaria uma lista de necessidades mas ainda assim não conseguimos sequer iniciar a caminhada em direção a tão sonhado objetivo.
Boa parte desse processo está relacionada a julgamentos e culpas, outra parte ao fato de imaginarmos que algo tão bom não pode ser realizado sem esforço acima do proporcional. Na maioria das vezes, pensamos que não vai dar certo e noutras, sabemos que seremos mal interpretados e, pior ainda, depois que ralizarmos todo o trabalho, ainda teremos que encarar um monte de gente que não ajudou em nada que se sentem no direito de criticar. Além, é claro, de um monte de tarefas chatas e complicadas que estão no caminho de todo empreendedor.
Eu não tenho uma solução mágica para todos esses problemas e, se tivesse, talvez não desse "for free" mas tem uma parte dos problemas que podemos resolver de forma muito mais fácil. É legal aprendermos, todo dia, a fazer coisas que não sabemos (ainda que não saibamos pra que serve). Talvez ai esteja boa parte das soluções dos nossos problemas. Outra dica importante é iniciar o processo e realmente fazer só pra ver onde vai dar. Ex: Você não sabe como abrir uma conta num banco específico. Vá lá e tente abrir (e veja os problemas ou as desculpas que aparecem: custa algum dinheiro, custa caro, dá trabalho, precisa de documentos, tenho que ir até o banco, preciso de referencias bancárias, não tenho dinheiro para por na conta, tenho outras coisas pra fazer, não sei com quem falar no banco, etc, etc, etc...).
Talvez essas questões todas estejam escondendo apenas a questão final. Você já parou pra pensar a respeito?
Eu realmente preciso fazer isso tudo
O que eu posso delegar?
9/30/13
Eu realmente preciso fazer isso tudo?
Eu conheço algumas pessoas que não sabem o que querem e nem como conseguir. Uma característica comum dessas pessoas é que passam boa parte do seu tempo ocupadas demais (ou pior, preocupados demais) para ter ideias legais ou para conceber soluções inovadoras que vão resolver os grandes (ou mesmo pequenos) problemas das pessoas que realmente importam em suas vidas; ou para resolver os problemas daquelas pessoas que, mesmo não sendo tão importantes para elas, dependem profundamente de nós pois ninguém mais vai ajudá-las por não poder, por não querer, ou por simplesmente estarem tirando vantagem das dificuldades alheias.
Há um outro grupo de pessoas que não sabem muito bem o que querem mas são excelentes em "Como conseguir". Esses são os "doers". Eles são excelente para executar planos. São excelentes soldados e estão sempre prontos a engajar em um projeto ou uma ideia que vá revolucionar o mundo. Essas pessoas precisam de desafios para serem felizes e ter gente assim na sua equipe pode ser um diferencial muito interessante.
Eu conheço um outro grupo de pessoas que sabem o que querem. Eles conseguem conceber soluções ou ter ideias bem legais que merecem ser implementadas ou, pelo menos, apreciadas por outras pessoas. Essas ideias podem servir de inspiração para outras ideias o que, por si só, já é uma contribuição muito maior do que a maioria das pessoas está dando nesse momento.
Uma parte considerável das pessoas que conheço não consegue ir além da inspiração ou se perde nos conflitos internos ou julgamentos da ideia, de como a ideia será recebida ou dele mesmo (quem é você para ter ideias garoto?).
Essas pessoas formam o que eu considero o Grupo dos que sabem o que querem mas não sabem como conseguir.
Esse grupo, quando encontra gente que sabe como conseguir (ainda que não saiba o que quer) forma equipes capazes de resultados excepcionais. Há grandes oportunidades de negócios unindo essas forças.
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Você não precisa fazer tudo sozinho...
9/29/13
A importância da diversidade para a sociedade
Já sabemos que, para o ser humano, a vida em em sociedade é muito importante. Todos parecem compreender que a vida em sociedade, apesar de seu alto preço, é muito conveniente. Há aqueles que acreditam inclusive na inviabilidade de uma vida solitária. A vida em comunidade, no médio e longo prazo, potencializa diferenças que, por sua vez, revela divergências, conflitos e mal-entendidos que, se não geridos e esclarecidos podem se transformar traumas e separações. Quando se tenta pensar em nossas vidas por uma perspectiva de diferenças, somos levados à perigosa posição de juízes do diferente e nos julgamos no direito de apontar o diferente como errado e, não raro, somos seduzidos pela ilusão de que a harmonia pode ser encontrada através do caminho da homogeneização. Entretanto, que tal a diversidade como um fator de sobrevivência de uma sociedade?
Não pretendo discutir todas as questões a respeito e nem me estender a escopos mais amplos como o abordado pela biologia ou ecologia. Mas gostaria tratar o tema no contexto de sistemas menores como uma escola, o trabalho, sua família ou, você mesmo; considerando as várias partes que co-existem dentro de você. Eu realmente acredito que a sua contribuição é o ponto mais valioso dessa discussão como um todo.
Há algum tempo, em um ponto desconhecido de um continente distante, havia duas tribos de gorilas. A tribo alfa era bem comum em todos os seus processos sociais. O gorila mais forte era o líder da tribo e a paz reinava entre eles. Enquanto isso, na tribo beta, o gorila mais forte também era o líder mas esse gorila tinha uma característica bastante peculiar. Ele não só respeitava como valorizava os pontos fortes de cada membro da tribo; ainda que nem sempre conseguisse ver utilidade prática em todas as qualidades que cada membro de sua tribo cultivava.
O líder da tribo beta era constantemente desafiado pois, como permitiu que a força física deixasse de ser a característica mais importante da tribo, cada vez que algum outro gorila descobria uma nova característica (na qual se julgava melhor que o gorila líder), já se sentia no direito de disputar a liderança da tribo por acreditar ser o melhor (em sua característica particular).
Não raro esse gorila com postura de líder de visão questionava sua insistência em desenvolver competências que pareciam servir apenas minar sua autoridade e o obrigava a ter que, constantemente, lutar para manter direitos que nenhum outro gorila em sua posição precisava defender. Com o tempo, ele começou a perceber que, por mais que acreditasse na sua forma de liderar, esses constantes desafios cansavam e chegavam a desgastar até amizades e relacionamentos baseados em valores e sentimentos realmente profundos.
Como você acha que essa estória deve terminar? Gostaria muito ler sua opinião a respeito.
Veja também:
Olé pra você mesmo assim.
Nem todo o resultado do seu esforço precisa se manifestar imediatamente após a conclusão do seu trabalho. Muitas vezes, a recompensa mais importante só virá com as ideias que outras pessoas terão a partir da inspiração que tiveram ao contemplar a sua obra.
Pense nisso e continue fazendo o que precisa ser feito. O seu trabalho é fundamental!
No vídeo abaixo, Elizabeth Gilbert (autora do livro: Comer, Rezar e Amar) fala dos seus medos de nunca mais escrever um sucesso tão grande e as formas que ela descobriu para conviver com o medo de que os melhores anos da vida dela já tenham passado.
Acredito que você encontrará bons motivos para seguir lutando (e até se divertindo com a vida) após esse vídeo.
Veja também:
9/27/13
Formando uma rede de luz
Você já se imaginou fazendo parte de uma rede de luz? Uma rede na qual estamos todos conectados de uma forma ou de outra. Uma rede que registra todas as nossas contribuições, pequenas ou grandes, luminosas ou obscuras?
No vídeo abaixo, é mostrada uma pequena parte de um lindo trabalho que apresenta, de forma muito simples e precisa, o conceito dessa Rede de Luz e como você pode usá-la para deixar a sua vida e a vida de todos os que te cercam muito melhor.
Alguns de nós vão simplesmente se maravilhar com esses conceitos. Desconfio até que alguns vão abraçar os novos conceitos e viajar em suas ondas de luz deixando a imaginação trazer todas aquelas considerações e questionamentos deliciosos que nos deixam sem saber se estamos sonhando ou acordados, sóbrios ou loucos mas, com certeza, vivendo muito melhor.
Outros se questionarão inclusive se tais conceitos estão relacionados apenas às pessoas perto do nosso círculo de influência. Aqueles ali no fundo da sala, ainda mais loucos e mais felizes do que todos nós juntos, misturarão os conceitos da Rede Luz com princípios de Teoria do Caos e, encorporando o que aprenderam no "Efeito Borboleta", imaginarão se as dores e amores da rede de luz não poderiam inclusive ser amplificadas à medida que se afastam de nós e seus efeitos positivos e/ou negativos tornarem-se ainda mais fortes (como que amplificados) lá do outro lado do planeta. Planeta?! Por que se limitar ao planeta? Por que não considerar todo o universo ou mesmo outras dimensões??? Por que não considerar também o passado e o futuro nesse modelo hipotético?
Agora que eu já te perdi; afinal, você é uma pessoa normal e, como tal, deve ter abandonado esse texto maluco antes do fim do primeiro parágrafo; eu posso me dar ao direito de fazer os questionamentos que realmente interessam.
Se os conceitos da Rede de Luz podem ser aplicados em várias dimensões, por que não aplicá-los internamente também? E, ao invés de "tratar com carinho, cordialidade e respeito, o porteiro do prédio" (conforme sugerido no vídeo abaixo), ou todas as pessoas com quem tenho contato "hoje"; por que não ser também gentil com o porteiro do meu coração?
E, já que estou surfando nessa onda de Rede de Luz, decidi aproveitar pra ser gentil também com os fantasmas do passado: erros cometido, vergonhas camufladas, desonras insuportáveis e as covardias que cometi ao longo do caminho. Erros que não consigo perdoar e muito menos esquecer em nome de um aprendizado que acaba não acontecendo. Um aprendizado que não acontece porque estou sempre muito preocupado em não danificar a carga contida nesse baú sem alças de 300 quilos. Um baú no qual estão contidas todas as minhas culpas, lágrimas e ressentimentos.
Visto por esse ângulo, talvez possamos até ser gentis com nossos avôs e avós ainda não perdoados (presentes na atual dimensão ou apenas em nossas memórias), ou, pelo menos, apreciar os pedacinhos de boas lembranças remotamente ligadas a essas figuras maravilhosas que consigamos encontrar em nossas memórias. Será que esse momento não fortaleceria nossas noções de pertencer e, sabendo que pertencemos, não passaríamos a ter uma auto-estima mais elevada?
Que tal aproveitar para sermos gentis também com aquela voz que aparece em nossas cabeças cada vez que somos submetidos a uma situação mais complexa? Essa voz que, apesar de bem intencionada, acaba nos deixando em um estado de recursos menos apropriado para a situação. Por que não tratar o baú de nossas culpas, sua carga e, principalmente, aquele que a carrega, com um mínimo de amor e compaixão?
Essa compaixão torna-se mais fácil se não julgarmos os motivos que nos levaram a aceitar essa missão que (algumas vezes) parece ser tão injusta e inútil. Será que conseguiríamos, apenas por um breve instante, aceitar a missão como legítima e abraçar o missionário que carrega esse baú cheio de culpa como quem abraça um irmão que não vemos há muito tempo? Talvez assim deixemos de ser, talvez, a parte mais pesada da carga.
Não consigo parar de pensar o quão maravilhoso não seria o mundo inteiro, de hoje, de ontem e principalmente de amanhã se conseguíssemos formar essa Rede de Luz, pelo menos dentro de cada um de nós.
Veja também:
A garota, o livro azul e a águia
No vídeo abaixo, é mostrada uma pequena parte de um lindo trabalho que apresenta, de forma muito simples e precisa, o conceito dessa Rede de Luz e como você pode usá-la para deixar a sua vida e a vida de todos os que te cercam muito melhor.
Alguns de nós vão simplesmente se maravilhar com esses conceitos. Desconfio até que alguns vão abraçar os novos conceitos e viajar em suas ondas de luz deixando a imaginação trazer todas aquelas considerações e questionamentos deliciosos que nos deixam sem saber se estamos sonhando ou acordados, sóbrios ou loucos mas, com certeza, vivendo muito melhor.
Outros se questionarão inclusive se tais conceitos estão relacionados apenas às pessoas perto do nosso círculo de influência. Aqueles ali no fundo da sala, ainda mais loucos e mais felizes do que todos nós juntos, misturarão os conceitos da Rede Luz com princípios de Teoria do Caos e, encorporando o que aprenderam no "Efeito Borboleta", imaginarão se as dores e amores da rede de luz não poderiam inclusive ser amplificadas à medida que se afastam de nós e seus efeitos positivos e/ou negativos tornarem-se ainda mais fortes (como que amplificados) lá do outro lado do planeta. Planeta?! Por que se limitar ao planeta? Por que não considerar todo o universo ou mesmo outras dimensões??? Por que não considerar também o passado e o futuro nesse modelo hipotético?
Agora que eu já te perdi; afinal, você é uma pessoa normal e, como tal, deve ter abandonado esse texto maluco antes do fim do primeiro parágrafo; eu posso me dar ao direito de fazer os questionamentos que realmente interessam.
Se os conceitos da Rede de Luz podem ser aplicados em várias dimensões, por que não aplicá-los internamente também? E, ao invés de "tratar com carinho, cordialidade e respeito, o porteiro do prédio" (conforme sugerido no vídeo abaixo), ou todas as pessoas com quem tenho contato "hoje"; por que não ser também gentil com o porteiro do meu coração?
E, já que estou surfando nessa onda de Rede de Luz, decidi aproveitar pra ser gentil também com os fantasmas do passado: erros cometido, vergonhas camufladas, desonras insuportáveis e as covardias que cometi ao longo do caminho. Erros que não consigo perdoar e muito menos esquecer em nome de um aprendizado que acaba não acontecendo. Um aprendizado que não acontece porque estou sempre muito preocupado em não danificar a carga contida nesse baú sem alças de 300 quilos. Um baú no qual estão contidas todas as minhas culpas, lágrimas e ressentimentos.
Visto por esse ângulo, talvez possamos até ser gentis com nossos avôs e avós ainda não perdoados (presentes na atual dimensão ou apenas em nossas memórias), ou, pelo menos, apreciar os pedacinhos de boas lembranças remotamente ligadas a essas figuras maravilhosas que consigamos encontrar em nossas memórias. Será que esse momento não fortaleceria nossas noções de pertencer e, sabendo que pertencemos, não passaríamos a ter uma auto-estima mais elevada?
Que tal aproveitar para sermos gentis também com aquela voz que aparece em nossas cabeças cada vez que somos submetidos a uma situação mais complexa? Essa voz que, apesar de bem intencionada, acaba nos deixando em um estado de recursos menos apropriado para a situação. Por que não tratar o baú de nossas culpas, sua carga e, principalmente, aquele que a carrega, com um mínimo de amor e compaixão?
Essa compaixão torna-se mais fácil se não julgarmos os motivos que nos levaram a aceitar essa missão que (algumas vezes) parece ser tão injusta e inútil. Será que conseguiríamos, apenas por um breve instante, aceitar a missão como legítima e abraçar o missionário que carrega esse baú cheio de culpa como quem abraça um irmão que não vemos há muito tempo? Talvez assim deixemos de ser, talvez, a parte mais pesada da carga.
Não consigo parar de pensar o quão maravilhoso não seria o mundo inteiro, de hoje, de ontem e principalmente de amanhã se conseguíssemos formar essa Rede de Luz, pelo menos dentro de cada um de nós.
Watch live streaming video from renascimento at livestream.com
Veja também:
A garota, o livro azul e a águia
9/26/13
Aprendendo a amar a si mesmo...
Todos sabemos da importância do amor próprio e o quanto ele pode contribuir para chegarmos aos nossos objetivos. Entretanto, nem sempre é fácil chegar a esse nível na prática. Como já diziam alguns budistas: "É mais fácil amar a mil pessoas na sua meditação do que amar a um ser humano real; em especial, aquele pertinho de você".
Jack Canfield propõe um exercício que é tanto simples quanto poderoso para facilitar o desenvolvimento desse amor ao ser que não poderia ser mais real ou estar mais perto de você: Você mesmo!
Durante os próximos quarenta dias, todos os dias, antes de dormir, repita o seguinte processo na frente do espelho:
Veja também:
Jack Canfield propõe um exercício que é tanto simples quanto poderoso para facilitar o desenvolvimento desse amor ao ser que não poderia ser mais real ou estar mais perto de você: Você mesmo!
Durante os próximos quarenta dias, todos os dias, antes de dormir, repita o seguinte processo na frente do espelho:
- Diga o seu nome
- Reconheça os seu acertos
- Os sucessos que você teve no dia
- As disciplinas que você conseguiu manter:
- Você fez exercícios,
- Leu algum livro
- Respeitou os mais velhos,
- Meditou,
- Brincou com seu filho ou conversou em família
- As tentações que você resistiu:
- Manteve o regime,
- Evitou responder a uma provocação,
- Relevou a uma fechada no trânsito,
- Assistiu uma hora a menos de televisão,
- Diga "Eu te amo!" pra você
Veja também:
Como você destrói sua auto-estima
A Auto-estima é um recurso presente em todas as pessoas que conseguiram conquistar algo relevante. Talvez até seja mais uma consequência do que uma causa mas não lembro de nenhuma notícia de alguém que tenha, alguma vez na vida, conseguido fazer qualquer coisa relevante sem apresentar quantidades massivas de auto-estima. Isto posto, cabe perguntar, quantas horas do seu dia, semana ou mês você passa com menos do que o mínimo necessário desse combustível tão precioso?
Eu ando pelas ruas, praças, pontos de ônibus e até filas de banco e vejo tantas e tantas pessoas com olhar baixo, respiração tensa, caras fechadas, testas franzidas como se caminhassem para o pior dos destinos de forma irrefutável. Como se seu destino estivesse traçado e não houvesse nada que elas pudessem fazer a respeito. Algumas delas têm um quê de conforto em acreditar que um dia o salvador chegará ou que, quanto mais sofrerem nessa vida, melhor será um futuro prometido em um paraíso que pode até chegar mas que ela não faz nada para construí-lo ou merecê-lo.
A cabeça baixa, não serve só para facilitar a colocação do arreio ou o ajustedo cabresto. Também é fundamental para que, de lá do fundo da masmorra escura e fria que eles mesmos criaram para própria clausura, continuem injetando sua dose diária de confirmação da crença de que cada um deles, aos próprios olhos, não passa do pior dos piores. E que todas aquelas outras almas penadas que caminham desconsoladamente para as próprias forcas são, na verdade, a única fonte de energia que mantem essa máquina perversa funcionando.
E quase posso ouvi-los dizer: "Mas como virar esse jogo? Se eu já perdi todas as batalhas até aqui? Pra que correr? Além do mais, pra que tentar atacar e correr o risco de tomar ainda mais gols e perder de lavada? Por que não ficar bem quietinho e torcer para que "ele" esqueça que estamos aqui? Quem sabe assim ele não pega outro pra "Cristo", né?" Como se o nosso silêncio não fosse o principal combustível que alimenta o sadismo dos que estão no controle.
Imagino o estouro de boiada se, por um breve instante, pelo menos um deles pensasse: Quando alguém te bota pra baixo, ele só está apertando um botão que você de fato já tem. Quando te dizem, "você é burro"; você se pergunta: "Como ele descobriu?"
No entanto, se te dizem, "você pode voar", você diz; "esse cara deve estar louco!"
Você pode ouvir mil coisas mas só aceita aquelas nas quais JÁ ACREDITA.
Assim, toda vez que alguém te disser algo que você não gosta; agradeça porque, na verdade, ele te deu um presente precioso:
Momentos como esses são fundamentais para mostrar crenças limitantes inconscientes. Uma vez descoberta uma crença, pode-se fazer algo a respeito.
Se você descobriu agora que acredita ser burro, pode:
1) Fazer algo pra deixar de ser burro
2) Escolher simplesmente ignorar quando alguém te chamar assim.
Veja também:
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