10/14/13

Permita-se ser totalmente emocional

Há muita energia em ser emocional e não é nada inteligente desperdiçar tamanho potencial de força, coragem e fonte de soluções inteligentes e criativas para os problemas mais complexos que enfrentaremos na vida. O emocional é como uma bomba atômica! Ele é o canal através do qual podemos liberar uma quantidade absurda de energia em um espaço muito pequeno de tempo. Assim, seja para a realização de tarefas difíceis ou como um antidoto completamente natural contra a procrastinação, uma explosão emocional é sempre um escolha mais que plausível.
Isso posto, fica fácil perceber que nosso lado emocional não é uma parte a ser escondida ou reprimida mas sim um recursos maravilhoso a ser refinado, reconhecido, apreciado e compreendido para que ele possa colocar toda a sua força a favor do seu propósito de vida na hora mais apropriada.

A pergunta que cabe nesse momento é: Como, então, podemos conhecer melhor o poder e as características do nosso lado emocional?

Aqui está um processo prático:

O primeiro passo é agradecer a existência do lado emocional, reconhecer a sua importância e dedicar-se a aprender um pouco mais sobre ele a cada dia.
O segundo passo é reservar um momento para se permitir ser totalmente emocional. Nesse momento você  pode ser puro sentimentos e intuição. E lembre-se, quanto mais complexo for o problema, mais importante será esse seu lado na obtenção da melhor solução para o problema.
O terceiro passo é passar a usar a sua emoção (intuição e sentimentos) como parte relevante no seu processo decisório.
Comece com questões simples para ganhar confiança. Permita-se ser totalmente emocional em questões corriqueiras como escolher um filme para assistir, escolher uma loja para entrar ou uma roupa para comprar, ou até escolher um restaurante para ir.
Tive uma ideia. Encare isso como um desafio. Apenas por hoje, siga a sua intuição e experimente a uma escolha com a mente aberta e buscando o que há de bom na experiência.
Fazendo esse exercício regularmente, no mínimo você será agraciado com uma dose cavalar de acréscimo na sua criatividade além de se tornar alguém muito mais interessante com muito mais estórias pra contar e muito mais experiências pra repartir se tornando capaz de falar sobre lugares que você visitou, fotos que tirou, pratos que experimentou, situações engraçadas que viveu, pessoas novas que conheceu.
Você consegue imaginar quão melhor passará a ser a sua vida e de todos aqueles que te amam?

Voltar para:
Pensar com 6 cabeças diferentes

10/13/13

Dica prática para pensar de forma Objetiva

Sabemos que, em alguns momentos da vida, é preciso pensar de forma objetiva. Mas, como fazer isso? Aqui vai uma dica que pode ser bastante útil.

Recomendo que você pratique esse exercício, pelo menos três vezes por dia. Se você conseguir repetir esse exercício três vezes ao dia, durante quarenta dias, o processo passará a acontecer automaticamente na sua cabeça e você nunca mais vai precisar se preocupar ou gastar energia tentando ser objetivo.

Busca da informação.
Perguntas que podem ajudar:
 - Que informação nós temos?
Nesse momento, atenha-se aos fatos ficando o mais distante possível de julgamentos e significados. 

Exemplo:
 Você chegou em casa 30 minutos após o horário que costuma chegar normalmente. No momento em que chega, encontra sua linda e carinhosa esposa com "cara de poucos amigos".

Nesse caso, a maioria dos maridos assume que:
  • a esposa está brava, 
  • é porque ele chegou tarde, 
  • ela não tem o direito de ser tão exigente com ele e 
  • ele tem todo o direito de 30 minutos de papo com os amigos. 
 Pergunta essencial: Qual é o fato?
 No exemplo acima, há, potencialmente, dois fatos relevantes:
  • Você chegou 30 minutos depois do horário que costuma chegar.
  • Sua mulher não parece receptiva nesse momento. 

 Esse são os dois únicos fatos pertinentes no exemplo; o resto:
  • Você cheguou atrasado: interpretação que depende de você haver combinado um horário, de não ter ligado avisando, etc... 
  • Cara de poucos amigos da esposa.
A própria expressão "cara de poucos amigos" já está carregada de significados. Qual é, de fato, o fato? Ela te respondeu diferente quando você disse "Querida, cheguei"? Ela não te abraçou? Ela não sorriu pra você? Ela já havia jantado? Ela deixou um prato feito no forno pra você? Ela ficou olhando pra televisão?

Liste os fatos e apenas os fatos. Fica muito mais fácil pensar de forma Racional e Objetiva quando nos atemos pura e simplesmente aos fatos.

 Você tem todo o direito de tratar a situação como preferir. Entretanto, caso resolva abordar a questão de forma puramente objetiva, atenha-se aos fatos e apenas aos fatos.

Voltar para:
Pensar com 6 cabeças diferentes

Ferramenta SCORE

Não faz muito tempo, eu ouvi a estória de um passarinho que costumava tratar cada um de seus desafios como uma oportunidade que a vida tinha de puni-lo por coisas erradas que ele nem sabia que tinha feito.

Na verdade, de tanto pensar assim, ele passou a acreditar em um paraíso ao qual ele teria acesso após a morte. Com o tempo, a crença dele evoluiu para "nada realmente bom vem de graça" e, depois, "para se ter algo de bom era preciso algum sacrifício".

Levando esse raciocínio adiante, o passarinho generalizou para "todo e qualquer sacrifício o deixaria um pouco mais perto do paraíso"; ainda que cada novo sacrifício o deixasse um pouco mais distante do jardim maravilhoso que o aqui e o agora foram cuidadosamente projetados para ser. De uma estranha maneira, quanto mais sofria, mais feliz o passarinho ficava.

Um dia, uma cobra estava pronta para dar o bote e por fim a essa agonia quando, por um lapso de momento, olhou nos olhos do passarinho e viu uma estranha alegria que nunca havia visto antes; pelo menos não nos olhos de uma presa. E a cobra resolveu aproveitar a oportunidade de aprender com aquela situação.

Ao perguntar qual era o motivo de tamanha alegria, a cobra pode apreciar toda uma teoria a respeito de um paraíso que estava só esperando pelo passarinho logo após aqueles breves instantes de dor e incertezas que apenas serviam para aumentar ainda mais o merecimento.

A cobra refletiu um pouco a respeito da estória e resolveu repartir uma teoria na qual estava trabalhando. Afinal, ela não tinha muito a perder. Se o passarinho fizesse algum comentário do qual não gostasse, ela poderia simplesmente engolir o interlocutor e finalizar a discussão.

Segundo a teoria da cobra, um problema poderia sempre ser abordado de acordo com a sigla S.C.O.R.E:
  • Sintomas
Todo o processo começa por uma análise dos sintomas que se está querendo tratar. Essa análise será tão mais efetiva quanto mais seja possível entrar no modo "resolver o problema" e evitar o modo "mostrar que tenho razão" ou o pior deles "vou mostrar quem manda nessa estória".
  • Causas
Nessa etapa investe-se um certo tempo refletindo-se a respeito das possíveis causas do problema. Uma dica importante: evite julgar "as pessoas", "a situação" ou você mesmo durante essa etapa. Tão logo se encontra um culpado, deixa-se de pensar na resolução do problema e passa-se a pensar em punição e isso não costuma resolver muita coisa.
  • Outcomes - Benefícios ou Resultados esperados
Após uma análise das causas, deve-se reservar um momento de descanso para pensar em algo que realmente interessa. Nessa momento, deve-se imaginar o mundo colorido no qual tudo aconteceria como desejamos. Nesse estado de espírito, a gente lista todos os resultados esperados. Ou seja, como seria o mundo se o problema não existisse. O que experimentaríamos? Como seríamos tratados? O que ganharíamos?
  • Recursos
Com o estado de resultados esperados na cabeça e no coração, criamos uma lista de todos os recursos necessários para obter os resultados esperados. Nesse momento, não devemos nos preocupar com onde ou como conseguir os recursos. A ideia é apenas ter uma lista do que precisamos como se desejássemos usar essa lista para escrever uma carta para o Papai Noel.
  • Efeitos
Agora, antes de escrever qualquer carta para o Papai Noel, passe um tempo imaginando os efeitos de ter os recursos necessários, aplicá-los nas causas encontradas e curtir os benefícios esperados.

Com esse estado de espírito, curtindo os efeitos dos resultados esperados, faça uma pergunta mágica. "Qual é a primeira coisa que eu deveria fazer pra tornar esse desejo uma realidade?". Tão logo tenha uma resposta, não espere mais um segundo. Vá lá e FAÇA!
Veja também:

10/12/13

Seis maneiras práticas para ganhar maturidade emocional

Você já se deparou com um momento no qual teve que explodir?
Já passou pela experiência de alguém te falando algo do tipo:  "É nesses momentos que a gente descobre quem tem e quem não tem maturidade emocional".

Que tal chegar em um nível de maturidade no qual você conseguirá estar alguns passos à frente como a Trinity no filme the Matrix?

O segredo é prestar atenção nas suas sensações e sentimentos. Eu vou te mostrar como fazer isso em alguns instantes de forma simples e prática. Com o tempo, se repetir esse exercício regularmente, você perceberá que há padrões; sequências de sensações, sentimentos, imagens, diálogos internos, que se repetem de forma  muito rápida cada vez que você se envolve em uma situação de stress.

Essas sequencias podem começar, por exemplo, com um conjunto de sensações do tipo frio na barriga, arrepio na nuca, calafrio nos pés, um suspiro, etc. Em algum lugar da sequência, normalmente aparece uma conversa interna com uma voz que, na maioria das vezes julga e critica  ou dá ordens que você simplesmente cumpre sem questionar ou, pior, se culpa por não ter cumprido (com a ajuda nada carinhosa da voz crítica).



Ainda como parte da sequencia , é comum o sangue ferver e, antes que você perceba, já está envolvido até o pescoço numa situação que preferia evitar: uma briga, uma discussão ou tomando uma decisão importante de cabeça quente.

Supondo que você tenha chegado a um nível de consciência que te permita perceber quando uma situação problemática está prestes a acontecer. Nesse nível de consciência, há uma forma bastante criativa e divertida de organizar os pensamentos e dar voz aos vários "Eu"s que co-habitam dentro de você. Essa técnica ajuda a respeitar e a garantir o direito que todas as partes envolvidas têm de se expressar a sua própria maneira. E, dessa forma, que elas consigam dar suas valiosas contribuições não só na concepção do problema mas também na execução do plano de ação.

Essa técnica é conhecida como pensar com seis chapéus diferentes :
Essa é uma técnica muito poderosa na gestão de os conflitos internos. Sua aplicação pode ajudar a satisfazer as necessidades das várias partes envolvidas e minimizar o impacto de potenciais agendas ocultas.

Veja uma explicação mais detalhada a respeito da técnica (com um mapa mental inclusive) em Os 6 Chapéus de Bono e na apresentação abaixo.


Material adicional recomendado:

Tenha a coragem de cortar a corda...


Você conhece alguém para quem parece que nada funciona? As vezes, fica bem mais fácil encontrar saídas quando procuramos de uma forma diferente ou, pelo menos, em outros lugares. Não raro, a vida nos mostra alternativas que veríamos com muito mais facilidade se não estivéssemos ocupados demais tentando resolver problemas que nós mesmos criamos ou amplificamos.

Você já considerou a possibilidade de ver a sua crise como um momento de preparação para uma vida toda nova e cheia de possibilidades? Tente se ver, por um instante, como o veleiro do filme abaixo. Ele tem tudo para ser feliz. Sem maiores responsabilidades, ele tem mar à sua frente e uma deliciosa brisa que poderia levá-lo a qualquer lugar. A única coisa que o prende é uma cordinha bem fina (quase imperceptível para quem está olhando de longe); será que a corda existe realmente? E se a corda se romper, será que ele sequer notará?



Olhando para esse filme, alguém poderia pensar:
  • "Que semelhanças existem entre minha vida e esse veleiro?"
  • "Se eu fosse esse veleiro e cortasse a corda, qual o pior cenário possível?"

Talvez o veleiro flutuasse à deriva até as pedras, rompesse o seu casco e afundasse. Eu sempre me impressiono com o medo que os primeiros sinais de liberdade (quase sempre acompanhados de acréscimo de responsabilidade) causam na maioria das pessoas. Em especial, naquelas que estão acostumadas ao conforto de um lar quentinho ou a algum tipo de dependência.

A mera possibilidade da liberdade já assusta. É como se evitássemos sequer imaginar subir em um prédio alto com medo da queda. Veja, não estou discutindo se realmente subo ou não, estou apenas tentando imaginar e, ainda assim, assusta.

Tudo bem, você pode não ter a coragem de cortar a corda, mas, com um pouquinho de esforço, você consegue se imaginar cortando. Claro que, a primeira sensação não é muito animadora. Mas, se você conseguir apreciar cada uma das possibilidades, com o tempo, cenários muito mais animadores aparecerão. 

Em um cenário possível, você pode ser conduzido por uma corrente que não tem a menor intensão de fazer mal. Quem sabe você não chegaria a uma linda ilha tropical cheia de prais maravilhosas, céu azul, sol de verão, cachoeiras paradisíacas, pássaros, flores, sombras refrescantes e as frutas mais gostosas que você já provou? E se, nessa ilha, você encontrar alguém que está perdido há muito tempo e que te receberá com o abraço de quem esperava a tua chegada como um dos maiores presentes da vida? E se esse alguém estiver apenas te esperando para, com um pouco de coragem e o teu apoio, vencer os próprios medos e sair viajando contigo curtindo todas as maravilhas que o mundo tem para oferecer?

E se esse outro alguém, perdido nessa ilha deserta, for você mesmo?

Encontre uma força adicional:

10/11/13

Reconhecer sucessos do passado

Você consegue se lembrar de alguma coisa que você fez certo hoje? E o que você fez certo ontem? Não precisa ser todas as coisas, basta uma. Você consegue se lembrar de uma coisa legal que você fez em um dia que parecia estar dando tudo certo?
Será que foi pura sorte? O que fazer para que esses dias sejam mais frequentes na sua vida?
Talvez se você se lembrar de como esse dia legal começou e repetir o começo, quem sabe você não tenha o mesmo final?
Talvez a existencia desse dia tão especial tenha tido menos a ver com sorte e mais a ver com as suas atitudes com relação ao dia. Se isso for verdade, repetindo as mesmas atitudes, será bem provável que você tenha um dia tão prazeiroso quanto aquele.
Mas, como ter a mesma atitude se, aquele dia começou com alguém maravilhoso ao meu lado e um sorriso iluminado enquanto que hoje começou com a casa vazia e a certeza de que nunca mais vou ser feliz de novo?
É, precisamente, aqui, meu caro, que você começa a tomar o controle sobre a própria vida e felicidade. Pode ser que você não consiga escolher (hoje) com quem acordar (no dia seguinte). Em especial, se você não encontrou aquela pessoa que realmente vale a pena ter ao seu lado e com quem realmente valha a pena acordar. No entanto, as pessoas mais felizes do mundo não acreditam que foi o sorriso que fez o seu dia. Nove entre dez delas diriam que, o que fez aquele dia ser tão especial  foi a resposta que você deu ao sorriso. Melhor ainda, as pessoas mais felizes do mundo sabem que você é plenamente capaz de repetir essa mesma resposta de várias maneiras diferentes. Uma dessas maneiras passa por recriar aquele momento tão precioso. 
- Mas, como?!
Comece por recriar aquela imagem na sua cabeça (como se olhando uma foto antiga daquelas que faz a gente suspirar).
Agora que você já recriou o momento, você tem duas opções: 
a) Acreditar que nunca mais vai ter essa sensação deliciosa e se fazer triste por causa disso
b) Perceber que você realmente está vivendo esse momento de novo enquanto imagina, agradecer por ele ter acontecido da forma como aconteceu, apreciar o seu poder de recriá-lo tantas vezes quanto queira e canalizar essa poderosa energia que acabou de descobri dentro do seu coração para que ela trabalhe a seu servico (e das pessoas que têm a sorte de te ter nessa maravilhosa jornada que é a vida) transformando o seu dia de hoje e o dia delas todas para algo muito melhor.

Veja também:

10/9/13

A garota, o livro azul e a águia

Ela chegou da escola, correu para a cozinha e deu um abraço longo e apertado em sua mãe como se não tivesse visto aquela mãe há menos de poucas horas ou como se tivesse aprendido recentemente que aquele abraço gostoso, apesar de gratuito, pode não se repetir tantas vezes quanto as duas gostariam ao longo da vida.
A mãe, tanto satisfeita quanto curiosa, perguntou qual era o motivo de um presente tão especial. Foi quando a filhota lhe respondeu contando sobre o lindo livro azul que tinha encontrado na biblioteca. Esse livro trazia a estória de uma tribo que existiu há muitos anos em uma terra que, apesar de distante, tinha vários traços parecidos com os da cidade na qual elas viviam.
Mas não foram as semelhanças e sim uma diferença que mais chamou a atenção da menina. Naquela tribo, o amor era percebido de uma forma um pouco diferente. Na tribo, eles acreditavam no amor como uma característica (ou melhor, uma competência) mágica que estava presente em cada um dos membros da tribo.
Quanto mais eles praticavam essa magia, expandindo sua intensidade e efeitos, mais competentes se tornavam em diversas áreas da vida e mais mereciam não só as competências adquiridas mas todo o reconhecimento advindos dos resultados maravilhosos que tamanho poder gerava na vida das pessoas e na resolução de problemas pessoais, da tribo e de toda a floresta. Para os membros daquela tribo, a floresta e o universo era tudo a mesma coisa.
Quando sua mãe perguntou qual parte do livro ela mais gostou, a menina escolheu a passagem na qual uma criança narrava seu sonho mais frequente. No sonho, uma águia descia dos céus e ficava pertinho do riacho conversando sobre suas aventuras e compartilhando sua vasta experiência.

Em uma de suas lições mais valiosas,  a águia falava sobre cinco formas diferentes de amar:
- Toque: abraçar, beijar, apertar a mão, cruzar olhares "talvez". Segundo a águia, essa era a forma mais simples de experimentar pois basta a iniciativa... não tinha como errar.
- Dar presentes. Uma outra forma bem simples e, na percepção da águia, a forma mais fácil do ser amado perceber a existência do amor.
- Trabalho. Essa forma é bem mais simples de executar do que dar presente mas é um pouco menos fácil de ser percebida pelo ser amado. Muito trabalho é realizado por amor no mundo. Mas nem sempre é percebido pelo ser amado. Veja, por exemplo, o caso do amor de várias mães que conhecemos. 
- Fazer elogios. Essa forma é um pouco mais elaborada porque exige o crescimento de quem ama. Fazer um elogia, a um ser amado, exige do amante duas características muito nobres e difíceis de cultivar:
* Visão aguçada; sem a qual, não é possível enxergar o bem na ação ou na intenção do outro.
* Grandeza. Sem grandeza, o amante não consegue vencer o medo natural de se ver diminuído pelo crescimento que seu elogio proporciona ao outro. 

- Passar tempo agradável com a pessoa amada. Essa forma requer um pouco mais de sofisticação pois exige, além do tempo agradável, uma dedicação adicional em descobrir o que o ser amado gosta de fazer e em aprender a apreciar os momentos que os dois passam juntos. Dessa forma, o tempo juntos se torna agradável para os dois. Talvez, no fundo, seja esse o real presente de passar tempo agradável. O ser amado (ainda que inconscientemente) percebe um reforço da certeza de que é amado pois o amante, para poder passar um tempo realmente de qualidade, precisa de bastante dedicação em aprender o que o amado gosta e ainda mais dedicação para executar o que aprendeu além de correr o risco de ter todo o seu esforço ignorado. Essa é uma das provas de amor mais fortes que existem.

No caminho de casa, refletindo dobre o livro, a criança percebeu que não podia comprar um presente pra sua mãe. Pelo menos não hoje e ela não queria esperar mais nem um minuto sequer para começar a usar o que apendeu no livro. Por isso, ao chegar em casa, correu pra cozinha e deu o abraço mais gostoso e intenso que ela conseguiu imaginar.

Veja também: