12/10/14

5 dicas contra Críticas de Final de Ano

O ano está acabando e é provável que nem tudo tenha saído como você esperava. Em momentos assim, pode parecer difícil perceber mas há um monte de gente que te ama, respeita e até admira.




No entanto, festas de final de ano costumam vir carregadas de pessoas que não necessariamente sabem lidar com as próprias dúvidas e fraquezas.

Algumas dessas pessoas, conseguem carregar o ambiente com Críticas e Questionamentos e, ainda que parte delas nem seja tão relevante assim, alguns de nós podem sentir um certo impacto na própria paz de espírito e Confiança.

Pensando nisso, criamos uma Estratégia para você Gerenciar a situação e reforçar a Confiança que deve sempre ter em Você Mesmo.

  • Posicione-se primeiro. Esconder-se não vai adiantar e você fez o seu melhor e está no caminho certo. Por isso, não tem nada a temer.
  • Faça uma lista do que você fez de bom. Só de lembrar essas pequenas vitórias já vai te deixar muito mais forte e confiante.
  • Faça uma lista do que te atrapalhou nesse ano.
  • Crie uma lista de metas bimestrais para o próximo ano.
  • Experimente Métodos mais Efetivos para Atingir seus Objetivos. 


Hiperaprendizagem

7/3/14

Aprendizagem em três pessoas - Observador

Em um seminário sobre relaxamento, acompanhei a seguinte demonstração do uso de superposição de sistemas representacionais.

O condutor do seminário chamou um dos participantes e disse:
- Olá Diego, tudo bem? Fale-me a respeito de uma coisa que você gosta a respeito de sua casa.

E o participante mencionou que se sentia muito bem quando chegava perto do mar que tinha uma vista bem agradável em torno de onde ele morava.

Em seguida, o condutor perguntou se o Diego gostava de praia. Logo após responder que sim, o condutor o convidou a apreciar a sua percepção de um dia na praia deixando-o livre para acompanhar de olhos abertos ou fechados.

Pelo que pude perceber, a primeira coisa que o condutor faz quando vai à praia é entrar em contato com a imensidão do céu infinito com suas nuvens raras em dias de verão. Cheguei a ter a sensação de que ele faz isso mesmo antes de sentir os pés na areia ou o frescor da brisa no mar...

Depois, o condutor falou um pouco sobre o que acontece quando ele olha para o mar e presta atenção nas ondas... como cada uma se comporta do seu próprio jeito como se tivesse vida própria... ainda que seja uma vida breve e sem propósito aparente... elas conseguiram entrar em contato com ele à medida que seus borrifos tocavam seu rosto carregados pela brisa da manhã.

Eu não sei ao certo o que se seguiu mas, ao final da experiência, eu lembrei de uma amigo com quem costumava estudar nos tempos de escola e das bagunças que fazíamos especialmente nas aulas da professora Pedrita que ensinava biologia no terceiro ano do colegial.

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Aprendizagem em três pessoas

Aprendizagem em três pessoas - condutor

Olá Diego, tudo bem?

Fale-me a respeito de algo que você gosta na sua casa.

Ah! Então você gosta da vista porque mora perto do mar, certo? Muito bem... e você gosta de praia?

Que bom que sim! Morar perto da praia pode ser muito gostoso para quem sabe aproveitar a vista e todas as opções de diversão disponíveis.

Gostaria de convidá-lo, com os olhos abertos ou fechados, a considerar a visão que tenho a respeito de ir à praia. Quando se está lá, uma das primeiras coisas que você vai perceber é que, ao olhar para cima, é possível ver, claramente, a coloração nítida do céu. Dependendo do dia, talvez você até veja algumas nuvens flutuando no céu e, olhando em torno de si, você talvez goste de apreciar a claridade do ar e ver, à medida que olha para baixo, a superfície relativamente ondulada da praia que causa uma sensação bem especial nos pés descalços das pessoas que passeiam por lá.

Quando lança o olhar sobre oceano, talvez você veja as ondas se movimentando, uma atrás da outra, partir do horizonte, em sua direção... cada uma delas com sua forma única... curvatura própria e cor particular de espuma quando quebram bem pertinho de você espirrando borrifos que chegam a tocar o rosto conduzidos por uma brisa suave que deixa a agradável sensação de conforto e paz.

Agora, à medida que olha à sua volta na praia, você encontra uma figura familiar... alguém que não esperava encontrar lá... a boa surpresa te leva a enviar um sinal com a mão cuja resposta te faz lembrar um outro tempo e algo gostoso e surpreendente relacionado àquela experiência. E você aprecia o momento e aprende coisas que serão úteis para o resto da sua vida... causando a vontade de se preparar para, no seu próprio tempo, voltar para o aqui e agora.

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- Aprendizagem em três pessoas

Aprendizagem em três pessoas

Nesse processo, você poderá experimentar o mesmo tema em três posições diferentes:

Primeira pessoas: - Condutor
Segunda pessoa: - Conduzido
Terceira pessoa: - Observador

Nos três casos, haverá uma indução por Superposição de Sistema Representacional.

O processo consiste em identificar o sistema representacional preferido do conduzido, acompanhá-lo por algum tempo usando o mesmo sistema e, em seguida, continuar a comunicação usando outro sistema representacional.

Em todos os três casos, o condutor pede ao cliente que lhe conte algo de que gosta a respeito de sua casa. O conduzido, por sua vez, diz que adora a vista porque mora de frente para o mar, o que faz o condutor escolher o sistema visual como primário.

A partir daí, o condutor pergunta se o cliente gosta de praia e, à medida que recebe uma resposta positiva,
convida-o, de olhos abertos ou fechados a acompanhá-lo por uma estória que tem como objetivo remeter o conduzido a uma experiência na praia.

Aprendizagem em três pessoas - conduzido

O condutor perguntou se está tudo bem comigo e eu respondi: Tudo bem!

Ele me olhou e perguntou o que acho bonito na minha casa. Eu disse: adoro a vista!

Após confirmar a minha resposta, ele me perguntou se eu gostava de praia e respondi prontamente que acho a praia perto de minha casa um lugar muito bonito.

Ele, então, contou a respeito de uma vez que ele esteve na praia e...como o dia estava lindo, com um céu azul e apenas algumas nuvens bem distantes... pelo que percebi, já deve fazer bastante tempo porque o lugar ainda tinha o ar puro como no tempo em que não se falava tanto a respeito de poluição.

Eu cheguei a lembrar de uma viagem que fiz ao litoral, já faz algum tempo. Nessa viagem, eu encontrei um amigo que não via havia ainda mais tempo. Lembro-me de ter colocado os pés na água aquele dia e a água estava um pouco fria apesar de ser um dia gostoso de verão.

Agora que estamos conversando a respeito, quase consigo me lembrar do cheiro de mar, de alguns respingos batendo no meu rosto e do barulho das ondas que quebravam bem perto da areia.

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Aprendizagem em três pessoas

7/1/14

Alcançando níveis de hiperaprendizagem com relaxamento

Talvez não seja difícil pra você distinguir as diferenças ou semelhanças entre o barulho de suas passadas e o já conhecido e relaxante som de sua respiração no agradável caminhar de um confortável dia de folga.

Os mais cinestésicos achariam ainda mais fácil perceber a sensação do vento tocando alguma parte de seus corpos: braços, pernas, rosto ou mesmo a quase sensação de uma delicada carícia que poucas pessoas em raras oportunidades conseguem fazer melhor do que uma suave brisa em uma gostosa e ensolarada manhã de domingo...

... mas nem precisa ser cinestésico para perceber, a cada ciclo de sua respiração, o friozinho refrescante do ar entrando em seus pulmões precedendo uma onda de energia e relaxamento que percorre todo o seu corpo identificando os pontos nos quais você tende a se contrair ao mínimo sinal de desconforto... seguida de perto pela onda de calor que começa com o ar deixando o seu peito e percorre todo o corpo te libertando de tensões que já não são mais necessárias nesse ambiente seguro e confortável...

...e, à medida que o seu ciclo de respiração vai se repetindo, cada vez mais harmônico... repetidas ondas de tranquilidades massageiam pontos tensionados do seu corpo, por vezes os pés, outras vezes a nuca... algumas vezes você relaxa a tensão entre os dentes de uma forma que quase poderia te lembrar um leve e descontraído sorriso... e talvez você até consiga sentir mais um carinho da brisa no rosto... desfranzindo a testa e embalando esse momento de descontração como uma antiga cantiga de ninar... a lembrança do cheiro de um prato que você gostava muito na infância ou a simples sensação de alegria que você costumava sentir há muito tempo...no tempo do tempo...em que brincar com outras crianças era uma das partes mais importantes do teu processo de aprendizagem. Talvez você se lembre de que era assim que você aprendia a brincar de viver.

Naquele tempo, você não precisava de muito esforço para se lembrar de não se esquecer de lembrar que tanto o aprender quanto o fazer o que esperavam de você podia ser mais que motivante... na verdade, isso tudo era até muito divertido... e você lembra como aprendia rápido naquele tempo?... Isso mesmo... muito bom!

Talvez, uma parte de você até queira prestar atenção na velocidade e facilidade que você aprendia enquanto outra parte queira simplesmente voltar no tempo e experimentar, uma vez mais, aquela deliciosa sensação de perceber que a curiosidade é um fator importante no processo que tem um ciclo certo... quanto mais você se diverte, mais aprende que seu processo de aprendizagem se torna tão mais intenso, divertido, empolgante e eficiente à medida que você vai se permitindo ser mais e mais livre e curioso e quanto mais disposto você esteja a experimentar à medida que desafia velhas formas de aprender.

Em alguns instantes você vai receber um presente que abrirá as portas de um novo tempo de aprendizado, criatividade e oportunidades através da curiosidade e colaboração na criação de um ambiente confortável e protegido no qual você será sempre muito bem vindo e suas contribuições, além de aguardadas com ansiedade, serão de fundamental importância para o crescimento de todos os membros do grupo.


6/23/14

Hiperaprendizagem e o domínio do medo

Hiperaprendizagem - controle do medo
Você já percebeu que algumas vezes o seu medo é usado contra você? De forma inconsciente, nós acabamos comprando notícias que são veiculadas com objetivos nem sempre muito claros (para nós) mas que, na maioria das vezes, servem muito bem a alguém.

Essa é a base de propagandas eleitorais, seguros em geral, planos de saúde e até da indústria de intrigas e fofocas. Apesar de nem sempre quererem o seu mal, muitas dessas propagandas acabam por exercer uma certa influência em uma quantidade considerável de pessoas e, por conta disso, acaba afastando-as dos próprios objetivos.

Como você pode se proteger dessas estratégias de influência e manter o foco nos próprios objetivos?

Bom, no tocante ao medo, nada substitui o uso da consciência e a força de se estar no momento presente mas, como a maioria da sociedade ocidental é influenciada pela cultura do planejamento e gestão de riscos (vivendo no futuro) ou busca de culpados e punição de inocentes (vivendo no passado), há algumas formas de reduzir a influência que o medo tem sobre suas decisões ou padrões de comportamento:

  • Procure exercer a sua Curiosidade. Pessoas curiosas sentem menos medo.
  • Use a razão. Boa parte do medo é irracional.
  • Faça uma análise da linha de raciocínio que te leva a ter medo
  • Mude seu estado mental (dê um sorriso, conte até dez, respire fundo, esfregue as mãos...)
  • Encontre uma exceção à regra (ou à lógica do medo).
  • Crie uma distração pra você mesmo.
  • Pense (só por um instante) em alguém que esteja ainda pior
  • Perceba a própria identidade (você não É um medroso, você já teve muito mais coragem um dia)
  • Considere as consequências de continuar com medo a vida inteira
  • Exerça Gratidão. Encontre algo de bom na sua vida e agradeça por isso.
  • Coloque o foco no seu objetivo
Tem um mundo maravilhoso lá fora só esperando pelas inúmeras realizações que você ainda vai construir assim que tornar o medo seu amigo. Para isso, o caminho tem menos a ver com livrar-se dele mas dar a ele a devida consideração que o deixará apenas do tamanho que ele deve e precisa ter.

Hiperaprendizagem - estratégia de velocidade

Hiperaprendizagem - velocidade
Nós já sabemos que o medo pode influenciar o seu estado mental e, consequentemente, impactar sua eficiência de aprendizagem. Agora, precisamos construir formas de tirar proveito desse novo conhecimento e passar a usá-lo a nosso favor.

Esta pode ser considerada uma meta bastante ambiciosa para algumas pessoas e, por conta disso, vamos tratar a questão em alguns passos. O primeiro deles conquistar a liberdade.

Um garoto que conheci, tinha grande resistência a tentar coisas novas e, apesar de ter apenas 9 anos de idade, já era considerado uma pessoas conservadora; especialmente no que diz respeito a experimentar coisas novas.

Esse menino, só conseguiu evoluir em sua criatividade quando resolveu experimentar o novo e, para isso, vencer o medo do novo foi uma tarefa muito importante. A primeira grande virada de sua vida aconteceu quando ele resolveu encarar cada um de seus contatos com seus medos como um jogo no qual, cada vez que ele encarava e se dava mal, ele perdia alguns pontos. Cada vez que ele desafiava seus medos e se dava bem, ganhava alguns pontos. Ele tinha uma regra de segurança que, se errasse 5 tentativas seguidas, ele se tornaria mais cuidadoso em suas análises e, se acertasse 5 tentativas seguidas, seria um bom indicativo de que ele estava no caminho certo e, por conta disso, poderia baixar a guarda um pouco mais e aceitar desafios ainda maiores ou arriscar um pouco mais.

Essa tática está relacionada com premiar-se quando se está certo e ajustar os planos em situações diferentes.

Desde muito cedo, o nosso amiguinho percebeu que é bem mais fácil enganar-se no início de uma jornada (sendo, por isso, prudente ir devagar nesses momentos da vida); porém, quando o caminho torna-se conhecido e nos permite identificar padrões ou semelhanças com outros caminhos já percorridos ao longo da vida,  torna-se possível tirar vantagens da experiência e correr um pouco mais de riscos calculados fazendo com que os objetivos sejam alcançados de forma muito mais eficiente.

Estratégias como essa são fundamentais para controle do medo, aumentar a auto-confiança e a capacidade de se perdoar quando, por ventura, algo sair um pouco diferente do planejado.

6/20/14

A hiperaprendizagem e o estado emocional

Você já refletiu a respeito da relação que existe entre estado emocional e a eficiência de aprendizagem?
E se o estado emocional tivesse uma relação direta com a frequência mental e cada frequência mental fosse mais apropriada para uma atividade específica? Se isso tudo for verdade, não seria razoável imaginar a existência de uma frequência mental mais apropriada para o aprendizado? Você acha que isso teria alguma relação com o fato de algumas vezes ser muito mais fácil aprender que outras?

Hiperaprendizagem - Estado Mental Expandido

Eu me lembro bem de um tempo no qual trabalhava em um ambiente bastante estressante. Naquele tempo, as pessoas da minha equipe estavam sempre muito preocupadas em entregar resultados e bater metas. Não alcançar a meta era visto como algo perigoso e, de um forma um tanto metafórica, para algumas pessoas, a meta era vista como uma questão de vida ou morte (ainda que no sentido figurado).

Essas pessoas eram muito boas no que faziam e, levando seu trabalho a sério desse jeito, não é de se esperar nada menos do que metas sendo batidas quase sempre.

De acordo com o modelo retratado na figura Hiperaprendizagem - Estado Mental Expandido, aquelas pessoas estavam sempre operando na última coluna (16-30 Hz) que está relacionada a um estado mental bom para ação e extremamente racional.

No entanto, o modelo parece sugerir que a aprendizagem se daria de forma muito mais eficiente e prazerosa quando a pessoa está em um estado mental mais próximo da segunda coluna (8-12 Hz). Parece que, nesse estado, as pessoas estariam mais abertas a experimentar conceitos novos ao invés de prontas para defender suas posições e pontos de vista.

Se existisse um método simples, fácil e eficaz que te desse o controle sobre o aprendizado e tornasse possível ajustar o seu estado mental para ampliar a sua capacidade e velocidade de aprendizagem, você estaria disposto a experimentar?

Talvez você gostasse de experimentar algumas técnicas para gerir um dos principais motivos de perda do controle emocional. O medo.


6/6/14

Primeiros passos em Hiperaprendizagem Empresarial

Há algum tempo, em uma cidade do interior de um estado com baixo nível de industrialização mas com alto nível de vontade e disposição para aprender e trabalhar, havia um funcionário que fazia tudo direitinho, aprendia rápido e costumava deixar seus patrões, colegas e clientes bem satisfeitos com os resultados de seu trabalho.

Apesar de conhecer bastante sobre o seu trabalho, nosso amigo desconfiava que tudo poderia melhora ainda mais se ele construísse um embasamento teórico mais profundo. Não que estivesse descontente com os resultados que obtinha mas ele não considerava sua formação tão profunda quanto a de alguns de seus colegas que se formaram em universidades renomadas ou tiveram a oportunidade de intercâmbios internacionais.

Por ser bastante perspicaz, ele logo percebeu que, muito do que ele fazia na fábrica eram processos baseados em livros ou teorias discutidas em escolas de engenharia. Da mesma forma que boa parte do que ele fazia no administrativo, encontrava embasamento nos livros de Administração de Empresas, Economia ou Contabilidade; ou ainda, muitos processos do Departamento Pessoal, tinham origem no que é estudado na faculdade de Psicologia.

Ele imaginou que não precisasse saber tão profundamente quanto os seus líderes. Mas que quanto mais fosse capaz de reconhecer os temas dos quais seus chefes falavam, melhor seria a comunicação e maior seria a percepção de eficiência que seus chefes teriam a seu respeito.

Com essa ideia na cabeça, nosso amigo resolveu fazer um experimento e descobriu que qualquer conhecimento mínimo a respeito dos livros que seus chefes leram (ainda que ele não os tivesse lido), já facilitava muito a comunicação e otimizava os resultados. E esse processo se tornou tão intenso que, apenas lendo a capa e o sumário dos livros nos quais seus chefes estudaram, a sua efetividade subia em mais de 20%. Ele realmente não sabia se isso acontecia porque, folheando os livros, era muito comum encontrar figuras e gráficos que o ajudavam a entender bem melhor os discursos, jargões, processos e modelos mentais utilizados por seus chefes; ou se esse contato com os livros o ajudava a elaborar perguntas que levaram seus chefes a refletir, aprender mais e gostar dos processos e conversas inteligentes e agradáveis sobre temas que seus líderes realmente gostavam de tratar.

E... quanto mais me lembro dessa estória, mais curioso eu fico em saber. Se ele conseguiu aprender e realizar tanto aplicando um método que desenvolveu sozinho; de quantas formas diferentes o meu sucesso não seria potencializado se eu desenvolvesse um círculo de amizades com pessoas que tivessem comportamentos parecidos em relação aos livros que seus líderes leram.

6/2/14

Hiperaprendizagem empresarial - Reconhecer

Hiperaprenzagem - Reconhecer
Alguns entre nós já se perguntaram como se sentiriam se tivessem sido transportados para uma dimensão com traços de comportamento que lembram ambientes empresariais nos quais a Hiperaprendizagem já é uma realidade. Talvez, mesmo não sendo um deles, uma vez nessa nova dimensão, você também pudesse se maravilhar ao perceber, ver, visualizar, construir ou descobrir que um caminho seguro para a maximização e o aprofundamento da velocidade de aprendizagem começa com descobrir que todo o conhecimento pode ser categorizado em cinco níveis diferentesignorar, reconhecer, conhecer, saber e ensinar.

Ao descobrir que, equipes formadas por profissionais com níveis de maturidade muito próximos aos de pessoas normais com as quais você convive todos os dias são pelo menos, 300% mais eficientes e felizes; talvez uma parte de você continuasse executando raciocínios lógicos empresariais em busca de soluções que viabilizem ganhos maiores de produtividade e lucratividade enquanto outra parte desejasse explorar essa nova dimensão para aprender mais e mais sobre fatores que impactam a motivação de uma equipe, ou se instruir sobre como equipes com altos níveis de desempenho em aprendizagem têm membros com níveis muito mais elevados de qualidade de vida, generosidade e possuem mentes muito mais abertas a novas ideias e soluções inovadoras.

Talvez uma outra parte de você, ao lembrar de um momento distante no qual crianças aprendiam em ambientes seguros e aconchegantes não resista à tentação e à curiosidade de saber mais e mais sobre como ganhos de 20% na capacidade de Reconhecimento de cada membro da equipe podem levar a aumentos de até 80% na potencial efetividade da equipe por meio de pura aprendizagem coletiva.

E, como o velho monge que sonhou ser uma borboleta... você também mergulharia no longo caminho de reflexões que permitem intensos aprendizados por meio de questionamentos profundos como o do monge: "Na realidade, não consigo parar de contemplar a dúvida de não saber se sou um monge que sonhou ser uma borboleta... ou sou uma borboleta que continua dormindo e sonhando ser um monge contemplativo".

Eu realmente estou muito curioso sobre como e de quantas formas diferentes você e a sua equipe vão passar a se beneficiar desse poder totalmente novo de tirar profundas lições a respeito de temas complexos dos quais você apenas, um dia, ouviu falar ou viu (muito superficialmente) em um livro que foi recomendado por alguém que entendia muito do assunto.

5/7/14

Framework de Hiperaprendizagem

Orkcoach - Hiperaprendizagem
Para muitas pessoas, o aprender é um mal necessário. Muitos gostam de saber e, gostam tanto, que estão dispostos a passar pela "dor" de aprender. Criamos até jargões que justificam a dor do aprendizado: "no pain, no gain" que pode ser traduzido por, "se não está doendo, você não está aprendendo".

Em paralelo, construiu-se a imagem, bem intencionada, de que o mundo lá "não dá moleza pra ninguém" e é preciso estar preparado para competir. No entanto, apesar de concordar que é preciso estar preparado para competir, ambientes de competição podem não ser os mais eficientes para o aprendizado.

Com essa visão em mente, gostaria de convidá-lo a experimentar esse framework para um aprendizado mais efetivo e prazeroso.

Framework de hiperaprendizagem:

  • Estabelecer um propósito
  • Determinar objetivos alinhados ao propósito
  • Criar conexões entre os objetivos e o aprendizado
  • Ganhar consciência sobre os paradigmas de aprendizagem atuais
  • Otimizar paradigmas de aprendizagem
    • Desenvolver o equilíbrio
    • Criar canais de colaboração
    • Construir ambientes aconchegantes para o aprendizado
    • Investir em Criatividade abrindo espaço para o novo
      • Ginástica mental
      • Aprendizagem em estágios
        • Reconhecer
        • Tornar familiar
        • Saber
        • Usar e ensinar
Gostaria muito de saber a sua opinião a respeito. Principalmente, com relação a o que não está claro, ou quais pontos ficariam ainda mais efetivos depois de ajustes e melhorias.

Também estou muito interessado em saber quais desses pontos têm riscos de viabilidade ou até, quais deles você não consegue imaginar como implementar.


5/5/14

Hiperaprendizagem - Compreensão

Compreensão
"Você tem a paciência de esperar quietinho diante de uma situação complicada até que a solução ideal seja revelada? Você conseguiria ficar em silencio até que sua lama decante e sua água se revele clara e cristalina?" Lao-tzu (adaptado)

Quantas vezes você já se deparou com uma situação na qual não tem respostas e as opções parecem ser uma pior que a outra? As vezes, tenho a impressão de que, quanto mais lutamos, maior é a frequência que situações como essa nos são apresentadas.

Em momentos como esse, é muito comum entrar em um de dois estados emocionais: confusão ou frustração.

A frustração, começa com desconforto e dor e logo leva o olhar para fora em busca de culpados. Não raro, há um ciclo de sentimentos que se revesam entre auto-piedade e culpa. Culpa-se os outros, a situação ou, no pior dos casos, a si mesmo. Apesar de ser uma saída, a frustração raramente leva a grandes aprendizados.

Já a confusão, talvez tenha o mesmo nível de desconforto e dor no início. Em alguns casos, até um pouquinho de aflição, uma pitada de medo, mas, ao invés de levar a olhar para fora, a confusão difere da frustração quando convida o indivíduo a olhar para dentro e a buscar o aprendizado quando reflete não só sobre os fatos em si mas também sobre todas as oportunidades que uma situação de crise revela.

Quando alguém se encontra no estado de confusão, ele está pronto para aprender e esse aprendizado está prestes a se manifestar das mais diversas formas. Nesse momento, o medo se dissipa dando lugar a um sentimento maravilhoso de gratidão e à felicidade que reafirma a certeza de se estar no caminho certo e de que os recursos necessários serão descobertos ou disponibilizados à medida que as necessidades se apresentam.

Esse sentimento tem muito pouco a ver com agir; menos ainda com fazer certo (como estamos sempre tentando). Ele está muito mais relacionado com ser capaz de respirar fundo, sorrir, acreditar e aceitar. Mas, diferente do ciclo Ilusão e Dor presente da infância, o aceitar atual está baseado em usar os recursos internos que vão bem além da simples capacidade racional de cada um.

No final, não se trata de simplesmente "ouvir o coração" ou de "agir". Mas um misto equilibrado de retardar um pouquinho a ação até que o coração tenha tido o tempo de se manifestar através da intuição e que a razão tenha tido o tempo de criar um plano de ação que, além de viável, leva em consideração alguns aspectos emocionais.

Veja também:

4/27/14

Hiperaprendizagem - Visão

O que é visão?
Visão é amor, generosidade, é um querer acordar a si mesmo e toda a comunidade à sua volta. Visão está relacionado com ser tudo o que você veio a esse mundo para ser. Conhecer sua visão é a forma mais fácil que conheço de saber que você está no caminho certo e, consequentemente, é a forma mais simples que conheço de ser feliz.

Como identificar sua visão?
O primeiro passo é reconhecer quando você não tem uma visão clara. Um sinal comum é dado quando você não sabe dizer não, quando você se encontra em conflitos internos (ou externos) frequentes.

Sua visão está relacionada com as coisas que você gosta de fazer e com agir de forma a beneficiar você e as pessoas à sua volta.

Como ativar sua visão?
Estabeleça objetivos; depois disso, primeiro parabenize-se por ter objetivos bem estabelecidos. A maioria as pessoas não tem objetivos estabelecidos e passam pela vida dormindo, como se fossem meras ferramentas dos objetivos de outras pessoas ou de algum sistema remoto. Talvez isso tenha a ver com alguma dificuldade em dizer "não". Como já dizia o gato em Alice no país das maravilhas: "Se você não sabe pra onde vai, qualquer caminho serve".

Agora, avalie seu objetivo e certifique-se de que, no processo de alcançá-lo, você estará trabalhando por um bem maior.

Seu objetivo precisa ser desafiador. Sem desafio, você não irá muito além do que já foi. Em seguida, avalie se seu objetivo beneficiará alguém além de você mesmo.

 Objetivos inspiradores têm essa característica de inspirar não só a pessoa que teve a visão mas todos ao redor. Qual é o seu caso?

Você trabalha para um objetivo seu, que é desafiador e inspira você e os outros? Ou você está trabalhando para o objetivo de alguma outra pessoa? Se o seu caso for próximo do segundo, ainda resta mais uma pergunta, o objetivo dessa outra pessoa é, pelo menos, inspirador?

Como checar a sua visão?
1) Faça uma lista das pessoas que você admira.
1.1) Veja se essas pessoas são heróis de alguma forma.
1.2) Qual era a visão dessas pessoas?
1.3) Elas tinham uma visão inspiradora ou que, pelo menos, ia além deles próprios?

2) Analise a sua própria visão.
2.1) Você tem uma visão, polo menos, desafiadora?
2.2) Faça uma lista de tudo o que você gostaria de realizar.

3) Faça uma lista dos obstáculos encontrados
3.1) Agora, faça uma lista de tudo o que você aprendeu até agora, que pode te ajudar a remover esses obstáculos:
3.2) Dê, especial atenção ao que você aprendeu em termos de:
3.2.1) Conhecimentos que você adquiriu
3.2.2) Compreensões que você teve
3.2.3) Vigor que você experimentou (veja o post os 7 estágios de maturidade).

4) Supondo que tenha todo o dinheiro de que precisa e ainda que saiba que nunca mais vai precisar de dinheiro, o que você faria:
4.1) Para você mesmo?
4.2) Para uma lista de beneficiários?
4.3) Para garantir que a sua ação não usurparia o direito de seus beneficiários desenvolver:
4.3.1) Conhecimento
4.3.2) Compreensão
4.3.3) Vigor

5) Faça uma lista, de tudo o que pode usar para realizar sua visão, o que você:
5.1) Aprendeu
5.2) Herdou
5.3) Conseguiu
5.4) Compreendeu

6) Com isso, você estará bem próximos de usufruir dos benefícios comuns a todos que têm uma visão:
6.1) Propósito
6.1.1) Deixar um legado da sua vida
6.1.2) Ter suas próprias ideias em uma quantidade e velocidade estonteante.
6.1.3) Estar sempre motivado (sem conseguir nem explicar de onde vem tanta energia e felicidade)
6.1.4) Ser altamente produtivo e admirado
6.1.5) Ver a lista de suas realizações crescer bem além do que você julgava possível há muito pouco tempo.
6.2) Alinhamento
6.2.1) Interno
Você passará por muito poucos momentos de conflitos internos, percebendo que tudo o que pretende fazer sai fácil e que, normalmente, encontra todos os recursos de que precisa para as tarefas que se propõe a executar. E, quando não consegue executar toda a sua lista, você ainda experimenta o estado de graça da compaixão plena por si mesmo de forma que não sente culpa. A vida passa a parecer um misto de jogo e dança; não há erros, só resultados.

6.2.2) Externo
Você consegue ter a percepção de que tudo está dando certo, você atrai as pessoas certas, compreende e aceita a ausência das pessoas que (em um futuro próximo) se revelarão não ser as pessoas mais apropriadas para estar à sua volta durante a realização de sua visão.




4/20/14

Hiperaprendizagem - Seja promovido em doze passos


Hiperaprendizagem - Orkcoach
Veja como aplicar a Hiperaprendizagem para se tornar o primeiro na lista de promoção no seu departamento.

1) Identifique todas as pessoas que podem te ajudar a ser promovido

2) Faça uma pesquisa rápida sobre os nomes identificados no passo "1" e descubra:
2.1) Habilidades
2.2) Interesses
2.3) Cursos que eles fizeram
2.4) Lugares onde eles foram
2.5) Coisas que eles gostam

As redes sociais, (principamente linkedin e facebook) podem te ajudar bastante nessa parte do projeto).

3) Entre em contato com as pessoas encontradas no passo "1".
Utilize as informações encontradas no passo "2" para facilitar o contato inicial.

4) Procure marcar um encontro presencial (de preferência) com cada uma das pessoas encontradas no passo "1".

5) Nesse encontro, comece fazendo algumas perguntas sobre os pontos que você aprendeu a respeito delas para quebrar o gelo. Em seguida, peça indicação de, pelo menos, três livros que foram importantes para que elas chegassem onde chegaram.

6) Após esse encontro, CONSIGA os LIVROs. Se precisar comprá-los, COMPRE-os! É um investimento que valerá a pena.

7) No mesmo dia que você pegar o livro, procure absorver o máximo que conseguir em menos de 2 hs. Se não souber como, entre em contato ou pergunte nos comentários.

8) Faça um mapa mental a respeito do que você aprendeu sobre o livro até o momento. Veja um pouco mais a respeito no post Hiperaprendizagem para assuntos complexos.

9) Agende uma nova conversa com as mesmas pessoas e apresente-lhes o seu mapa mental. 

10) Ouça os comentários com atenção e atualize o mapa mental com os comentário e com quaisquer novas ideias sobre o tema que você venha a ter.

11) Envie uma cópia do mapa mental para a pessoa em PDF (com o seu nome no roda-pé).

12) O seu chefe vai mostrar o mapa mental para várias pessoas fazendo auto-promoção, promovendo também o mapa mental e o seu nome.

Experimente o método e compartilhe conosco os resultados obtidos. Estamos muito curiosos para saber como você tem se beneficiado dos conceitos de Hiperaprendizagem.

4/19/14

Hiperaprendizagem para assuntos complexos


Hiperaprendizagem: Objetivo, estado de recursos, técnicas de ensino e aprendizagem acelerada
Método de aprendizagem resumido
1) Relaxe
2) Encontre uma Motivação
3) Faça uma leitura de "Reconhecimento" = Visão Geral
4) Entre em um Estado Emocional Centrado (ex: Respire fundo e relaxe 3 vezes seguidas)
5) Leia o texto inteiro muito rápido (ex: Leitura dinâmica ou leitura em diagonal)
6) Faça um mapa mental preliminar (veja um exemplo de mapa mental no post Níveis de conhecimento e hiperaprendizagem).
7) Visualize "mentalmente" o seu mapa mental
8) Complemente seu mapa mental (com novas ideias)
9) Exponha seu mapa mental para alguém
10) Repita os passos "7 a 9" por 10 vezes.

4/8/14

Sunni Brown desenhando

Tete assistir a esse vídeo sem som e na maior velocidade possível. Depois, escreva nos comentários, como esse processo pode te ajudar a aprender melhor e mais rápido.



Sinta-se livre para fazer perguntas e tecer qualquer outro tipo de comentário.










4/7/14

Níveis de conhecimento e hiperaprendizagem


Níveis de conhecimento e hiperaprendizagem
Imagine que existam cinco níveis de conhecimento. Imagine, ainda, que esses níveis sejam chamados: ignorar, reconhecer, conhecer, saber e ensinar e se imaginássemos que a mente realmente gosta de aprender nessa ordem, ficaria um pouco mais fácil entender porque algumas pessoas conseguem aprender em uma velocidade assustadoramente maior do que a média. E, se existisse um processo que levasse qualquer pessoa a aumentar algumas vezes sua velocidade de aprendizado, você conhece alguém que gostaria de experimentar? Mais importante ainda, e se esse processo contribuísse para o resgate do prazer de aprender que você já teve um dia?

Nós concluímos que, uma das várias fontes de frustração na escola é que os professores precisam levar os alunos do nível "ignorar" em um determinado assunto, direto para o nível "saber". Normalmente, na escola,  algumas etapas importantes do processo de aprendizagem são, simplesmente, eliminadas. 

Pior ainda, os professores têm que fazer isso em um ambiente que pode ser bastante hostil para grande parte dos alunos adolescentes; isso tudo, para não mencionar a falta de treinamento, equipamento e remuneração adequada, além de terem um tempo bastante limitado para esse trabalho. Alguém mais aí acha que essa missão pode estar sendo mais árdua que que precisa?

Permita-se, por um instante, imaginar uma situação ideal, na qual o aluno que não sabe nada de logaritmos (por exemplo), vê o símbolo matemático em algum lugar legal (como uma figura, um cartaz ou um filme ou um site) sem que ninguém estivesse tentando ensinar nada pra ele ou, muito menos, cobrando nada dele.

Mapa mental - Níveis de conhecimento

Em um próximo momento, ele vê o símbolo novamente e tem a oportunidade de reconhecê-lo. O reconhecer, causa curiosidade e o garoto passa a perguntar: o que é o símbolo, pra quê serve, o que significa, como usar, quais os benefícios do uso, etc, etc... Essa curiosidade abre as portas para o mundo maravilhoso do aprendizado com prazer. Na verdade, os professores que têm a felicidade de encontrar esse aluno (o tipo de aluno que reconhece um assunto e tem dúvidas a respeito), não precisa ensinar mais nada. Basta, não atrapalhar o aprendizado, disponibilizar o material, responder dúvidas, satisfazer curiosidades e apreciar o impagável prazer de ver alguém tendo um crescimento exponencial na frente de seus olhos e sentir o orgulho de ter dado uma contribuição impagável para a vida de um aluno. Acredite, esse aluno NUNCA esquecerá seu professor.

Ao final desse momento mágico, o aluno alcançou o estado da graça de SABER e, ninguém vai conseguir impedí-lo de passar para o próximo passo: Ensinar. Ainda que queiram impedir, vai ser impossível fazer o garoto esquecer a expressão de prazer no rosto do seu professor... ele também vai querer experimentar esse prazer.

Veja, agora, um desafio de aprendizagem no vídeo abaixo.

3/11/14

Ganhando Integridade! - Relaxamento


Você já se sentiu dividido como se uma parte de você quisesse conquistar um objetivo de longo prazo e outra quisesse apenas desfrutar de um justo e merecido descanso ou dos prazeres que a vida tem para oferecer AGORA?

(Veja aqui um exemplo de mente dividida)

Nesses casos, pode ser interessante buscar uma solução conciliadora e encontrar um meio termo entre as várias partes já que todas elas têm reivindicações justas.

Algumas pessoas acreditam que tudo fica muito mais fácil quando o time está unido e focado em um objetivo comum. Você gostaria de experimentar esse tipo de união na sua equipe interior? Então, procure um lugar no qual estará em paz e tranquilidade por alguns instantes, sente-se tranquila e confortávelmente e comece a apreciar a sua respiração e o delicioso manifestar do tempo à sua volta... enquanto sente o frescor do ar entrando em seus pulmões seguido pelo calor do ar que sai deixando seu corpo mais e mais relaxado... você tenta encontrar os sons que estão acontecendo além dos limites de onde os seus olhos talvez conseguissem enxergar se estivessem abertos... esses sons distantes podem te deixar ainda mais relaxado e com uma gostosa sensação de gratidão por conseguir relaxar mais profundamente como se alguém muito querido tivesse voltado a cantar carinhosas músicas de ninar apenas pra você dormir...

Enquanto se aprofunda em seu estado relaxado, você pode imaginar um fluxo de tensão deixando seus braços e pernas à medida que eles se tornam mais e mais pesados... e, quanto mais relaxados ele se tornam, maior se torna a sua consciência sobre a própria respiração... que te conduz para um lugar tranquilo e confiável como os lugares nos quais você costuma brincar em momentos gostosos há muito e muito tempo...

Nesse lugar, você sente tranquilidade e segurança; mas sente também um pouco de curiosidade em relação às várias outras partes de você mesmo que também poderiam estar brincando no mesmo lugar e disperta para a possibilidade do quanto você poderia aprender sobre todas as suas competências e recursos escondidos no fundo do seu inconsciente... em lugares remotos dessa caverna do tesouro que sua mente inconsciente pode se tornar se você conseguir convencer cada uma das suas partes inconscientes a estarem ao teu lado nessa jornada de descobertas e aprendizados. 

Essas partes, algumas vezes negligenciadas e outras vezes escondidas, podem ser a chave para a descoberta de recursos, memórias, desejos e traumas que podem estar impactando o teu comportamente presente e limitando as tuas possibilidades de sucesso no futuro. 

Segundos antes de encotrar cada uma dessas partes, você respira fundo e se convence de que cada parte só quer o bem e que, ainda que você não concorde com o que cada uma delas tem a dizer, você ouvirá atenta e agradecidamente sabendo que cada uma delas já teve que te proteger de grandes apuros uma vez ou outra.

Você também tem consciência de que essas partes fezem sempre o melhor que podem usando os recursos que tinham disponíveis na época que se formaram. 
A tua experiência de hoje te deu muito mais recursos que vão ajudá-las a construir soluções mais apropriadas para o momento atual e para o futuro que se aproxima.

Intuitivamente, você sabe que, se ouvir atenta e respeitosamente, tudo o que cada uma das partes tem a dizer, elas também estarão mais abertas a ouvir as tuas sugestões a respeito de novas formas de agir e, com as novas formas, elas vão poder voltar a te proteger de forma muito mais efetiva.

Essa conversa é entre você e suas partes e não interessa a mais ninguém... portanto vocês vão ter um tempinho para apreciar a companhia uns dos outros e após chegar a um acordo sobre uma nova forma de agir, você vai abraçar cada uma das partes e sentir o abraço que cada uma delas traz pra você.

Após esse abraço, você voltará para o momento presente com um profundo sentimento de felicidade e pertencimento além da certeza de que tudo vai se sair muito melhor agora que o seu time está completo.

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3/4/14

Revisão de modelos mentais

Você já passou por alguma situação criada por um comportamente que fazia sentido antes mas que, naquele momento, revelou-se inadequado? Se você não conseguiu encontrar um caso, lembre-se de quando era criança (por volta de 2 a 3 anos de idade). Naquela época, quase tudo o que você dizia ou fazia parecia adequado e bonito. Entretanto, quando se tornou adolescente, os mesmos comportamentos se tornaram inadequados. O que mudou? Parece que, com o tempo, as pessoas passaram a criticar as mesmas atitudes que antes eram bem aceitas e, as vezes, até elogiadas.

Será que não há outros comportamentos ou atitudes que perderam a relevância ou pertinência com o tempo?

Nossos modelos mentais estão na base da forma como aprendemos a fazer o que fazemos, a pensar como pensamos e, consequentemente, a nos comportar como comportarmos. Modelos mentais também são chamados de paradigmas.

Parece disperdício "reinventar a roda" e não parece razoável ter que demonstrar as fórmulas que já testamos várias vezes. No entanto, vivemos em um mundo que está mudando numa velocidade estonteante. Em assim sendo, como garantir que a forma que nossos pais fizeram continua adequada? E, se eles faziam daquela forma por uma razão que não existe mais?

A revisão de modelos mentais pode ser uma alternativa interessanta para desenvolver atitudes mais criativas, eficientes e produtivas.

Revisão de Modelos Mentais
  1. Busque situações nas quais o modelo atual não funciona
  2. Busque culturas nas quais o modelo não é tão adequado assim.
  3. Busque consequencias indesejáveis da aplicação do modelo
  4. Coloque, de forma honesta e clara, as hipóteses por detrás do modelo

Como exercício, faça uma lista de alguns dos seus paradigmas e experimente revê-los diariamente. Dessa forma, você desenvolverá uma mente muito mais aberta ganhando uma flexibilidade mental e comportamental que será fundamental para seus desafios no futuro.

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2/26/14

Coloque-se em movimento e o mundo se movimentará

Aposto que você já percebeu que estamos atravessando um momento de grandes mudanças e profundas transformações no Brasil. Basta olhar as redes sociais e ver o nível de insatisfação das pessoas. Um ponto importante é que esse movimento já extrapolou o mundo virtual. As ruas estão, cada vez mais e com mais frequência, sendo usadas para protestos de pessoas que acreditam que dá pra melhorar, que essa melhora precisa acontecer logo e que não vai acontecer sem alguma participação de cada um de nós.

É bem verdade que muita gente não consegue passar dos limites dos próprios teclados nos portais das redes sociais. Eles ficam pensando sobre “quantas andorinhas seriam necessárias para fazer um verão?” e acabam desistindo antes de tentar. No entanto, assim como basta uma gota de água suja para infectar um balde de água limpa, quanto maior for a escuridão, maior será o potencial transformador de um facho de luz. O que te impede de ser esse facho de luz?

Agora, imagine a educação nos pontos mais distantes do pais. Você consegue imaginar um quarto mais escuro que esse? Não seria legal se você conseguisse ser um facho de luz, ainda que pequeno e tímido e melhorar a vida de algumas pessoas? 

Imagine participar do processo de construção da DIGNIDADE de uma pessoa. Você consegue conceber o bem que essa missão trará à sua autoestima? Torne-se, agora mesmo, um membro do movimento Grilo Falante!

Aprenda, GRATUITAMENTE, a respeito de formas mais eficientes de APRENDER e use essa nova força para CAPACITAR alguém menos favorecido em competências de geração de renda para que ele possa ganhar seu próprio sustento dignamente. 

Se você não souber o que ensinar, não tem problema; o Movimento Grilo Falante vai te ensinar!
Você conhece alguém que poderia ser beneficiado por conhecer formas mais EFICIENTES de APRENDER

Então, torne-se um membro AGORA!

Para se tornar membro do Movimento Grilo Falante você só precisa:
  1. Mencionar 3 amigos nos comentários
  2. Curtir a fanpage do Orkcoach no Facebook
  3. Compartilhar essa mensagem e
  4. Solicitar acesso ao Grupo Foto-Leitura no Facebook  
Esperamos você no grupo dos que fazem mais do que manifestações em redes sociais.

2/24/14

Criatividade, Ginástica Cerebral - Cinesiologia

Algumas pessoas costumam sentir um sono um pouco mais exagerado toda vez que precisam fazer tarefas repetitivas ou estudar. É nessa hora que um pouco de criatividade pode ser bastante bem vindo. Também pode ser interessante, desenvolver formas mais eficientes de aprender que podem nos deixar bem mais motivados.

Encontrar novas formas de aprender pode passar por quebrar paradigmas e se prontificar a experimentar o novo. Experimente, por exemplo, testar o que nunca foi feito antes ou, pelo menos, fazer as mesmas coisas, de forma diferente.

Um conceito que pode ajudar, pelo menos no sentido de testar o diferente é o de Cinesiologia Educacional ou Ginástica Cerebral.

Esse conceito é tanto assustador quanto fascinante pois pode levar a explorar campos que algumas pessoas trazem esquecidos ou escondidos dentro delas há muitos e muitos anos. Parece assustador, não? Pois é... essa "adrenalina" é super interessante como desafio para estimular a criatividade.

A Cinesiologia Educacional abre espaço para a possibilidade de aprimorar e potencializar funções mentais (consequentemente, o aprendizado) através da aplicação de conjuntos específicos de movimentos corporais, estímulos de pontos específicos do corpo e mudanças simples de hábitos como beber um pouco mais de água.

A Cinesiologia Educacional utiliza técnicas de re-padronização mental com o objetivo de reequilibrar bioenergias.

Gostaríamos de convidar as pessoas interessadas em novas possibilidades a apreciar algumas oportunidades de estimular seus cérebros a pensar diferente por um instante; afinal, o que é mesmo criatividade senão encontrar soluções diferentes e muito melhores para problemas que considerávamos difíceis de resolver utilizando a velha maneira de pensar?






Sabemos que há várias outras aplicações importantes dessas técnicas no aprendizado e, tenho certeza, você vai descobri-las à medida que experimenta. Agora, não tente fazer isso quando tiver um monte de coisas para estudar e o seu principal obstáculo for o sono. É possível que você acabe ficando viciado em estudos.

Veja aqui algumas referências adicionais sobre o assunto:


O outro lado:
Veja aqui algumas referências com opinião contrária ao método caso você queira ver os dois lados dessa moeda:

Veja também:

2/14/14

Estilos de aprendizagem

As vezes a gente sente que os estudos simplesmente não estão rendendo, não é mesmo? Parece que aquela matéria específica simplesmente não entra na cabeça e começamos a questionar a própria competência. Mas, e se tudo isso não passar de um mal entendido? E se, o fato de você não estar conseguindo assimilar um dado conceito tiver menos a ver com a sua competência e mais a ver com um certo "descompasso" entre a forma como você gosta de aprender e forma como o seu professor gosta de ensinar? Aliás, o real conflito pode estar se dando entre o seu estilo de aprendizagem e o dele; sim porque, é muito natural que ele ensine de forma parecida como gosta de aprender, certo? Então, quais são as diferentes formas de aprender que existem?

Bom, não vamos querer afirmar que conhecemos todas mas um pesquisador chamado David A. Kolb (Ph. D. por Harvard) propôs um modelo que pode ajudar a entender um pouco mais sobre o assunto. 



De acordo com Kolb, o relacionamento das pessoas com "o novo" (em especial com as coisas ou conceitos que elas precisam aprender) se dá em uma escala que vai desde o "Observar" até o "Fazer". Por outro lado, a forma como as pessoas concebem "o novo" se dá em uma outra escala que vai desde "Imaginar" até "Tocar".

Cruzando-se essas duas escalas é possível construir um espaço que ajuda a entender um pouco melhor alguns dos diversos estilos de aprendizagem que existem por aí.



O site de Psicologia da Educação da UFRGS dava a definição abaixo. Essa definição nos ajuda a entender um pouco melhor cada uma duas escalas além de dar boas sugestões de como lidar com alunos em cada ponto da escala.

Ativistas: Os alunos com essa característica, aprendem melhor a partir de tarefas relativamente curtas com resultados imediatos.
Boas sugestões para grupos ativistas são jogos corporativos e tarefas competitivas em equipes. Os alunos desse grupo têm alguma dificuldade em aprender a partir de uma estratégia contemplativa como palestras ou leitura. 

Reflexivos: Esse grupo de alunos gosta de aprender por reflexão. Assim, tanto exercícios quanto longas explicações podem atrapalhar pois eles precisam de tempo para pensar além de ouvir e observar. Uma boa estratégia nesse caso poderia ser a apresentação do conteúdo de uma forma rápida e condensada prevendo um tempo para reflexão antes de eventuais discussões ou exercícios.

Teóricos: Os alunos teóricos aprendem melhor quando podem reavaliar conceitos. Eles se sentem realmente à vontade quando encontram um sistema, um modelo ou uma teoria. Eles se motivam por absorver idéias e não se deixam abater quando um conceito parece estar distante da realidade. Eles conseguem conceber realidades paralelas quando é necessário. Esses alunos têm um pouco mais de dificuldade para aprender quando não trabalham modelos teórico de forma explícita ou implícita.

Pragmáticos: Os alunos pragmáticos aprendem mais intensamente quando conseguem relacionar o conceito sendo ensinado com alguma aplicação prática. Eles preferem trabalhar com processos que podem ser aplicados em suas questões imediatas. 

Agora, imagine o quão difícil pode ser a vida de um aluno Reflexivo assistindo à aula de um professor que não para de falar. Esse aluno precisa de tempo para pensar a respeito do que está sendo dito. Já um professor que gosta de fazer analogias e desafiar o raciocínio de seus alunos pode ter alguma dificuldade para atrair a atenção de um aluno Ativista ou Pragmático.

Em qual grupo você se enquadra?
Quais matérias você tem mais dificuldades?

Veja também:

2/7/14

O segredo do aprendizado está nas perguntas

Mais um vestibular simulado e ele não sabia de nada! O colégio tinha uma política de formar turmas especiais que preparavam alunos para os vestibulares mais difíceis do país. Era fundamental ter boas notas nos simulados para ganhar um lugar nas turmas especiais. Nosso amigo havia virado a noite estudando e o efeito do café já estava no fim. Enquanto o professor distribuía a prova e explicava as instruções, ele sentiu seus olhos fecharem e a voz do professor foi gradativamente sendo substituída pelo barulho da brisa fresca nas folhas das árvores e um friozinho gostoso subiu pelos pés como se estivesse descalço e com os dois pés no lago do sítio do avô, onde costumava pescar em baixo da sombra gostosa de uma árvore centenária que balançou intermináveis tardes da melhores férias de sua vida. Ao longe, uma águia voava lentamente como que saboreando o céu azul realçado pelo brilho intenso do sol e o verde das árvores que quase formavam uma moldura.
E, em seus devaneios, como se em uma conversa com a águia, ele perguntou: Como será que eu serei quando crescer?  E a água com uma voz quase maternal, doce e suave como aquelas que encontramos apenas em filmes de fadas respondeu:

Haverá um tempo que você vai querer aprender tudo de uma vez. Você vai desenvolver uma pressa de viver, de fazer, de chegar; como se a vida não tivesse tempo a perder.

Nesse tempo, você vai descobrir que é bom de matemática e que é muito bom e seguir regras, vai se interessar por como a natureza funciona mas vai ter pouco interesse por onde fica cada lugar ou como as pessoas deveriam escrever e quase não terá paciência para estudar os poemas que alguém escreveu há muitos e muito s anos.

Você não vai gostar tanto assim de tratar temas como novelas ou astrologia e vai ter muito pouca paciência para conversar com pessoas diferentes de você. Principalmente garotas, crianças mais novas, adultos e pessoas mais velhas.

Você se julgará inteligente por suas notas em matemática (a matéria mais difícil para seus colegas) mas não conseguirá notas muito além do mínimo necessário em artes ou educação física.

E o menino disse: Isso não parece lá um cenário muito bom, não é mesmo?

E a águia: ainda bem que você percebeu...e seguiu contando uma estória:


"Há muito tempo, havia, nessas terras, um lago mágico. Nesse lado, existia uma ilha na qual vivia uma tribo bem especial. Nessa tribo, as pessoas descobriram que existiam várias formas de aprender. Na verdade, os alunos tinham o costume de observar o método de aprendizagem uns dos outros e, cada vez que encontravam um método de aprendizagem mais efetivo para uma dada matéria ou professor, eles acrescentavam a técnica ao seu repertório. Assim, quando não estavam conseguindo aprender uma determinada matéria, ao invés de culparem a si mesmos, o professor ou a matéria, passavam a buscar um método de aprendizagem mais efetivo.

Uma pergunta muito comum entre os alunos daquela tribo, sempre que tinham dificuldades, era: Será que existe alguma forma mais eficiente de aprender essa matéria? 

- Agora, preciso ir, disse a águia. Foi um prazer conversar com você.

- Ei, espere... e como posso melhorar minhas notas quando crescer?

E por já estar bem longe, a águia falou algo que exigiu, do garoto, um certo esforço para ouvir e um esforço ainda maior para entender: 

Parabéns! O caminho para obter respostas melhores começa com o formular de melhores perguntas.

E uma voz que parecia vir do além disse: "Podem começar a prova!"

Veja também:

2/4/14

Preocupação não resolve o problema de amanhã. Só tira a paz de hoje

Você já ouviu falar do filme "O Segredo"? É um filme que fala sobre pensar positivo e deixar as coisas acontecerem. Eles dizem que, se você fizer assim, todas as coisas boas vão começar a acontecer e o universo vai passar a suprir todas as suas necessidades. Tudo o que você precisa fazer pra que isso aconteça é parar de sabotar seus desejos através de pensamentos negativos, julgamentos, culpas e medos.
Há um grupo de gente bem interessante que acredita nessa teoria e afirma ter sucesso.


Por outro lado, há os que acreditam que o sucesso só vem antes do trabalho no dicionário. Quem vai dizer que esse grupo está errado? Eu mesmo tenho visto muita coisa boa acontecer na minha vida mas tenho trabalhado bastante pra isso.



Porém, também tenho conhecido os que trabalham, se esforçam, gente que é honesta e competente mas que, vez por outra, acaba voltando para a estaca zero por acontecimentos que não têm relação direta aparente com nenhuma de suas ações. Típico caso que alguns gostam de chamar de injustiça.

Eu também conheço pessoas para os quais tudo parece dar certo. Sabe aquele amigo que formou contigo no segundo grau e escolheu Administração de Empresas enquanto você escolheu Engenharia? Aquele amigo que estudou meio período, formou dois anos antes de você, arrumou um emprego legal e, quando você se formou, ele já era gerente e você só arrumou o primeiro emprego naquela empresa chique porque ele foi legal o suficiente para te dar uma força no processo seletivo. E olha que você sempre foi melhor aluno que ele. Como explicar?

Talvez a pergunta seja: será que precisa explicar? Será que não valeria a pena pegar a parte boa de cada um desses modelos e, já que você é do tipo que realmente se esforça, que acredita na competência e disciplina, por que não dar uma chance para o universo provar que ele também está do seu lado?

Você não precisa mudar muita coisa. Continue trabalhando (ou estudando) com a mesma determinação e acrescente uma coisa pequena que não vai te tomar tempo ou energia. Apenas passe a acreditar no seu sonho. Mesmo que você vá trabalhar ainda mais para alcançar seus objetivos, peça para o universo (ou pra Deus se você acreditar nele).

Fazendo dessa forma, as suas qualidades passam a agir a seu favor. Assim, uma pessoa que trabalha sério, faz análise de riscos e constrói planos de ação para mitigar os riscos os riscos encontrados, passa também a confiar que tudo vai dar certo e, consequentemente, poderá dormir ainda mais tranquilo à noite e a estar ainda mais bonito e saudável para apreciar os resultados do seu esforço quando a merecida vitória chegar.


Veja também:

2/3/14

Meditação em um instante

Então, quando ele perguntou: "Como gerenciar o meu estado mental e chegar em um nível de consciência que permita manifestar o fenômeno da Hiperaprendizagem?"...

o gênio sorriu e mostrou um filminho em um aparelho pequenininho que só seria inventado em pouco mais de 2000 anos...

e o garoto imaginou algo como...




Veja também:

Atreva-se a sonhar

1/30/14

Howard Gardner- A Teoria das Inteligências Múltiplas


Em muitos momentos da vida nos encontramos em situações nas quais precisamos provar que temos determinadas competências através de provas ou exames de certificação. Normalmente, nos preparamos para esse tipo de avaliação estudando de acordo com a única forma que conhecemos:
  • assistimos a aulas 
  • lemos livros e anotações
  • fazemos exercícios
Segundo Howard Gardner, esse processo de aprendizagem utiliza, principalmente, dois tipos diferentes de inteligência: inteligência linguística (que ajuda a compreender do que está escrito e o que foi dito pelo professor) e inteligência lógica para compreender e exercitar os conceitos da matéria.

A Teoria das Inteligências Múltiplas, proposta originalmente por Howard Gardner, contemplava a existência de outros tipos diferentes de inteligência:

  • Espacial:  Muito desenvolvida em velejadores, militares, pilotos de aeronaves.
  • Musical: desenvolvida em músicos, maestros, compositores.
  • Corporal: presente em  jogadores de futebol, mímicos, dançarinos.
  • Interpessoal: muito usada por vendedores, políticos, bons professores e líderes carismáticos.
  • Intrapessoal: é uma capacidade de compreender e aceitar os próprios desejos e emoções.
As outras duas inteligências que completam a teoria original de Gardner são:
  • Linguística: mais comumente utilizada por jornalistas, poetas e escritores.
  • Lógico-matemática: muito desenvolvida em engenheiros, físicos e matemáticos.

Imagine se, em seu tempo de escola, você tivesse tido um professor capaz de conversar diretamente com as inteligências nas quais você era mais desenvolvido; quanto ainda mais efetivo e divertido não teria sido o seu aprendizado?

Apenas como exemplo, uma pessoa pode ser muito boa em questões linguístico-musical, ter uma boa lógica e nunca desenvolver grandes competências matemáticas. Essa mesma pessoa pode ainda ter um físico mediano e ser bem fraco de inteligência espacial mas, ainda assim, conseguir resolver seus problemas de locomoção com a ajuda de um mapa ou um GPS. Ela pode ainda não ser muito boa no trato com as outras  pessoas (baixa inteligência interpessoal) e ainda sofrer bastante por não conseguir se perdoar por isso  tudo (baixa inteligência intrapessoal).

Em um outro caso, suponha que seu filho seja um "mal aluno" (pelos padrões da escola tradicional), mas que ele seja um excelente jogador de futebol. Nesse caso, eu realmente acredito que seria bem mais fácil ensinar geometria para ele aplicando exemplos relacionados a um campo de futebol. Na verdade, só o tema futebol já atrairia a atenção do seu filho por alguns instantes a mais, não é verdade? E, se o professor conseguisse mostrar que a geometria pode torná-lo um atleta muito melhor? Tenho certeza de que ele passaria a ser um dos melhores alunos da sala.

E o melhor de tudo: o esforço adicional em perceber a matemática através de outras inteligências (no caso a inteligência corporal), levaria o professor (por sua vez) a se tornar um matemático muito melhor (além de uma pessoa melhor). É muito provável que essa nova forma de perceber a matemática acabasse por ajudar o nosso professor a resolver algumas questões matemáticas de forma muito mais criativa e elegante.

Não consigo parar de pensar nos efeitos que esse tipo de abordagem pode ter em questões como evasão escolar, saúde pública e, em última instância, nos índices de violência púbica e custos de programas sociais como o Bolsa Família.

Para saber um pouco mais sobre a Teoria das Inteligências Múltiplas, dê uma olhada no vídeo abaixo e,  se sentir vontade de aprofundar, assista também à palestra do próprio Howard Gardner nos dois vídeos seguintes.

Veja também:

1/29/14

Os dez elementos da aprendizagem acelerada

Você sabia que a sua mente é uma ferramenta maravilhosa com um potencial imenso e, muito provavelmente, poderia estar sendo utilizada de forma a te ajudar muito mais do que tem sido até o momento? Talvez, nesse caso, coubesse perguntar como, certo?

Vamos começar com alguns conceitos básicos. 

Você já percebeu que, muitas vezes, parece que nossos esforços não são recompensados e que, em algumas outras vezes, parece que tudo dá certo? 

Eu gostaria de te apresentar o conceito 80/20. De acordo com esse conceito, 20% do seu esforço é responsável por 80% dos seus resultados. Você não precisa acreditar nisso; apenas passe a prestar atenção e descubra por você mesmo.

Se esse conceito estiver certo, é provável que apenas 20% de  tudo o que você estuda seja responsável por mais de 80% de tudo o que você sabe. E se você, mudando apenas 20% da forma como estuda tivesse resultados 80% melhores? Tentador, não é mesmo?

Pois bem, aqui começa, o mundo da Aprendizagem Acelerada. Vamos começar com os elementos básicos: 

Os 10 elementos básicos da Aprendizagem Acelerada

Com o tempo, vamos aprofundar as aplicações práticas de cada um desses elementos e como um pequeno conhecimento adicional de cada um desses conceitos pode acelerar o seu aprendizado e fazer a diferença entre alcançar um objetivo ou ter que passar mais um período se preparando.

Veja também:

1/23/14

Ouvindo o inconsciente, presenciando transformações

Enquanto fazia a sua caminhada rotineira ele percebeu um amontoado de gente na esquina do parque. O circo estava armado. Corpo de bombeiro, polícia, curiosos... ah, como havia curiosos! No centro da roda, uma pessoa deitada, um pouco de sangue em volta... e ele pensou: o que essas pessoas estão fazendo aí? Elas não podem estar preocupadas em ajudar. Elas parecem estar preocupadas apenas interessadas em satisfazer as próprias curiosidades. E ficou bravo com todos ali. 

Um pouco à frente, ele fez um esforço introspectivo adicional e percebeu que também queria estar lá satisfazendo suas curiosidades, ele também gostava de "novidades". Mas aquelas pessoas pareciam mais estar dando vazão às suas expressões de pena e medo.

Após ganhar consciência desses sentimentos, o garoto iniciou uma viagem interior em busca de outros personagens internos que também tinham interesse em discutir sentimentos relacionados àquele episódio. Nessa viagem, ele chegou a uma caverna e, dentro dala, morava uma pessoa que parecia ter mais de 1000 anos de idade. A caverna era escura e nada em volta parecia ser convidativo. Como se aquele morador realmente não quisesse receber ninguém.

Ainda assim, ele entrou na caverna e, estranhamente, não sentia medo. Ele estava apreensivo sim, mas aquele sentimento, definitivamente, não era medo. Dentro da caverna, o morador estava de costas para a entrada como quem presta atenção no que fervia dentro do seu caldeirão.

E o rapaz disse um "oi" que soou tão revigorante e intenso no coração do mago que o fez viajar por instantes dando a sensação de ter voltado pra casa como quando seu pai chegava de intermináveis viagens de trabalho. E o mago sorriu com tanta ternura que parecia abraçar o garoto.

O visitante disparou sua metralhadora giratório de perguntas:
- Como faço pra ganhar bastante dinheiro em 2014.
- Use a metodologia 80/20.

- Como faço para ser feliz?
- Viva um dia de cada vez. 

- Como faço para dormir bem?
- Isso você tem que falar com outro personagem...

E o garoto, como que em um passe de mágica, se vê em um outro lugar, na presença de alguém muito gordo, feio e arrogante; além de tudo, essa pessoa estava nua e era debochada.

O garoto mal havia chegado e já foi logo ouvindo provocações:
- Até que enfim você vem à minha presença. Você sabe que, durante todo esse tempo, sou eu que tenho proporcionado o pouco que a sua existência rastejante pode entender de prazer? Essa sua ignorância misturada com incompetência e arrogância realmente me tiram do sério! Quando é que você vai perceber que sou eu que crio tudo o que mantem essa sua vidinha desprezível?

E o garoto ficou um tempinho refletindo sobre aquelas ofensas gratuitas. Aquilo não parecia mentira mas, se verdade, como pode acontecer durante tanto tempo sem que ele tivesse qualquer indício a respeito?

O garoto resolveu perguntar: E o que eu posso fazer para melhorar?

- Primeiro, eu gostaria de participar dos churrascos que você vai mas não quero ser  o motivo de sua vergonha. Não quero ficar no canto do churrasco enquanto as pessoas falarem de mim às minhas costas. Prefiro ficar  aqui a passar por essa humilhação.

- Faz sentido, mas o que te faz pensar que as pessoas te tratariam dessa forma? 
- Porque é isso que eu faria se fosse magro, saudável, rico e bonito e encontrasse um gordo, feio, pobre e nu em um churrasco.

- Ok, como você chegou à sua forma atual? Eu sempre imaginei que você podesse assumir outra forma quando quisesse. Essa é uma das vantagens de ser um personagem psicológico interno. Não é mesmo?
- Verdade. Eu não tinha pensado nisso... 

E o gordo foi para atrás de um biombo como quem entra em um provador de roupas de uma grande loja e foi trocando de forma como se fosse fácil... após passar por várias formas diferentes (celebridades, personagens históricos, seres extra-terrestres e personagens de filmes e novelas) ele disse: 
- Acho que encontrei a forma ideal!
- E como é?
- Igual a você!

O garoto fechou os olhos chorou... quando abriu os olhos, estava novamente em frente ao mago da caverna que disse:
- Fique tranquilo, você vai dormir em paz agora.

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